{"id":1397,"date":"2021-08-20T14:27:30","date_gmt":"2021-08-20T17:27:30","guid":{"rendered":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/?p=1397"},"modified":"2022-07-12T14:06:23","modified_gmt":"2022-07-12T17:06:23","slug":"doencas-na-maturacao-das-lavouras-de-milho-como-manejar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/doencas-na-maturacao-das-lavouras-de-milho-como-manejar\/","title":{"rendered":"Doen\u00e7as na matura\u00e7\u00e3o das lavouras de milho, como manejar?"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Conhe\u00e7a as 3 principais doen\u00e7as da cultura do milho durante a matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica. E entenda como elas podem impactar na produtividade da sua lavoura e na comercializa\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os. E fique por dentro de estrat\u00e9gias de manejo podem te auxiliar a evitar perdas.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diversas pragas e doen\u00e7as podem ocorrer durante o ciclo de desenvolvimento da cultura do milho, em diferentes est\u00e1gios fenol\u00f3gicos, incluindo vegetativo e reprodutivo, com <strong>potencial de reduzir <\/strong>significativamente a <strong>produtividade<\/strong> da cultura <strong>em at\u00e9 <\/strong><a href=\"https:\/\/www.portalsyngenta.com.br\/noticias\/milho-controle-as-doencas-e-aumente-sua-produtividade\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"><strong>80%<\/strong><\/a><strong> <\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, medidas de <strong>controle<\/strong> devem ser tomadas <strong>antes <\/strong>mesmo da<strong> implanta\u00e7\u00e3o<\/strong> da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Entenda, a seguir, quais as principais doen\u00e7as da cultura do milho que ocorrem durante a matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica da cultura e como identific\u00e1-las. Al\u00e9m disso, saiba tamb\u00e9m como realizar o seu monitoramento e controle.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais as doen\u00e7as mais comuns no per\u00edodo de matura\u00e7\u00e3o e que podem impactar nos pre\u00e7os do milho?<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora diversas doen\u00e7as possam ocorrer na cultura do milho, em diferentes est\u00e1dios fenol\u00f3gicos, neste artigo, falaremos daquelas que merecem maior aten\u00e7\u00e3o durante a fase de matura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas primeiro, precisamos entender as diferen\u00e7as entre a matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica e a maturidade fisiol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica<\/strong>, envolve todo o per\u00edodo ap\u00f3s a poliniza\u00e7\u00e3o at\u00e9 quando as sementes alcan\u00e7am a <strong>maturidade fisiol\u00f3gica<\/strong> (correspondente ao est\u00e1dio R6), ou seja, quando \u00e9 interrompida a transfer\u00eancia de nutrientes da planta para a semente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada \u2013 Esalq\/USP), para a cultura do milho na temporada 2016\/2017 (primeira e segunda safra), o custo dos produtores no uso de fungicidas e inseticidas para o controle de pragas e doen\u00e7as foi de 2,7 bilh\u00f5es de reais, correspondendo a 5,74% do custo de produ\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para mostrar a import\u00e2ncia disso, o n\u00e3o controle da lagarta <em>Spodoptera<\/em>, por exemplo, pode levar a perdas de produtividade de at\u00e9 40%, causando menor oferta, elevando o pre\u00e7o do gr\u00e3o no mercado interno em mais de 13%. E isso pode ainda impactar em outras cadeias, podendo elevar o <a href=\"https:\/\/www.cepea.org.br\/br\/releases\/cepea-nao-controle-da-spodoptera-no-milho-pode-elevar-em-4-4-o-preco-do-leite-ao-consumidor.aspx?pagina=4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pre\u00e7o do leite em 4,4%<\/a> (aumentos nos pre\u00e7os da carne, ra\u00e7\u00f5es etc.).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"562\" height=\"292\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/IA39FaNq1qgeNKfy6mIPd5nY9O3Moti2zk_mK_TPw_6M2bDLv5MyIX27Wu_M916CHbbkjWHTqVfZQrYMir9R-f5He4z5WXnIYWKLvQIPz6FhIpDFDoMLw1eaetHmXai2MaoYHjeG\"><br>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/handle\/doc\/490408\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">MAGALH\u00c3ES; DUR\u00c3ES, 2006.<\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Embora as doen\u00e7as que atacam a cultura em fases iniciais e antes do est\u00e1dio reprodutivo tenham potencial de dano, por diminu\u00edrem a \u00e1rea fotossinteticamente ativa (folhas da cultura), aquelas que ocorrem nas fases reprodutivas merecem aten\u00e7\u00e3o especial.<\/p>\n\n\n\n<p>As folhas acima da espiga s\u00e3o importantes para a fase de enchimento dos gr\u00e3os, sendo o controle de doen\u00e7as foliares essencial para o aporte necess\u00e1rio de nutrientes nesta fase.<\/p>\n\n\n\n<p>Na fase reprodutiva, a planta concentra toda a sua energia para o enchimento dos gr\u00e3os, e a ocorr\u00eancia de doen\u00e7as neste per\u00edodo mais suscet\u00edvel, pode reduzir n\u00e3o s\u00f3 a produtividade, mas tamb\u00e9m a qualidade do produto colhido, especialmente quando falamos de <strong>micotoxinas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os fungos causam algumas das principais doen\u00e7as do milho<\/h3>\n\n\n\n<p>Os fungos produzem subst\u00e2ncias t\u00f3xicas, chamadas de micotoxinas, que podem causar efeito t\u00f3xico em animais e humanos e at\u00e9 levar \u00e0 morte.<\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, a colheita de um produto de baixa qualidade interfere n\u00e3o somente na alimenta\u00e7\u00e3o animal, que tamb\u00e9m ser\u00e1 de baixa qualidade, mas tamb\u00e9m no armazenamento dos gr\u00e3os a longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os principais fungos que acometem a cultura, temos os <strong>fungos de campo<\/strong>, como <em>Stenocarpella maydis <\/em>e <em>S. macrospora, Fusarium<\/em> spp.,&nbsp; <em>Acremonium strictum <\/em>(<em>Cephalosporium acremonium<\/em>),&nbsp; e de <strong>armazenamento<\/strong> como <em>Aspergillus <\/em>spp., <em>Penicillium <\/em>spp.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estes \u00faltimos, causam danos durante o armazenamento, principalmente, quando os gr\u00e3os s\u00e3o colhidos e\/ou armazenados com <strong>teor de \u00e1gua<\/strong> (umidade) <strong>acima <\/strong>do recomendado para esta opera\u00e7\u00e3o (11 %).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Classifica\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os de milho e doen\u00e7as<\/h2>\n\n\n\n<p>O manejo e controle das doen\u00e7as que ocorrem na espiga, \u00e9 essencial na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os de qualidade, uma vez que estes fungos t\u00eam potencial para a produ\u00e7\u00e3o de micotoxinas e provocam danos (gr\u00e3os ardidos e mofados), que reduzem o valor da comercializa\u00e7\u00e3o do gr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Gr\u00e3os ardidos s\u00e3o aqueles t\u00eam colora\u00e7\u00e3o marrom em um quarto da sua superf\u00edcie, por causa de um processo de podrid\u00e3o. Mas, essa colora\u00e7\u00e3o pode variar de marrom escuro, marrom claro, roxo, vermelho claro a vermelho escuro.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/AJ5jcL78kwmr2Lh8hsm_NMEXBoixaS6vMJPeI_TeT1XrXCd46KlJyZFQWNVlPKxKoB4w06fiiLFOZxHMzTZIBawhDp0U5Ohh2vCDgvEtu5qX5Iv5sStOCU55RJW9hHl12yFCmMRs\" alt=\"Gr\u00e3os ardidos, resultado da infec\u00e7\u00e3o por Stenocarpella maydis e S. macrospora, uma das principais doen\u00e7as do milho\n\" width=\"320\" height=\"303\"\/><figcaption>Gr\u00e3os ardidos, resultado da infec\u00e7\u00e3o por S<em>tenocarpella maydis <\/em>e <em>S. macrospora <\/em>em milho. <br>(Fonte: <a href=\"https:\/\/publicacoes.epagri.sc.gov.br\/BT\/article\/view\/430\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Filho et al., 2016<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A <strong>classifica\u00e7\u00e3o f\u00edsica do milho<\/strong> se baseia de acordo com a <strong>Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 60<\/strong>, de 22 de dezembro de 2011, e o defeito para classifica\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os ardidos e mofados s\u00e3o considerados graves e podem desclassificar o lote.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, lotes com presen\u00e7a de <strong>5% de gr\u00e3os ardidos<\/strong> s\u00e3o considerados fora de tipo, e tem seu <strong>valor comercial reduzido <\/strong>significativamente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/HHx9fqwBJ_kvxLHD-72YHC2tGaBhM7KPsVrmXMEHCbBd_0qCw5jj0murmFt-8JdM2DcTWbSQeBxnIK9LHjGmAc07YQ7cbrCmavKYCF4U5WPxUukAt3XKfhLLEabmdgY7SKXWueqh\" alt=\"O impacto das doen\u00e7as do milho em sua classifica\u00e7\u00e3o.\"\/><figcaption>(Fonte: IN n\u00ba60, de 22 de dezembro de 2011)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">As principais doen\u00e7as do milho que resultam em gr\u00e3os ardidos<\/h2>\n\n\n\n<p>A seguir, voc\u00ea confere as principais doen\u00e7as que ocorrem durante a matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica da cultura do milho e que resultam em gr\u00e3os ardidos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">1. Podrid\u00e3o branca da espiga ou podrid\u00e3o da espiga por Diplodia: causada pelos fungos <em>Stenocarpella maydis <\/em>e <em>S. macrospora&nbsp;<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sintomas:&nbsp; <\/strong>os gr\u00e3os infectados tornam-se leves, devido a paralisa\u00e7\u00e3o do enchimento dos gr\u00e3os, e adquirem colora\u00e7\u00e3o marrom. Al\u00e9m disso, as estruturas do pat\u00f3geno se desenvolvem sobre os gr\u00e3os (de colora\u00e7\u00e3o esbranqui\u00e7ada), em condi\u00e7\u00f5es de alta umidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/RLyShEqn_CHePyujr3ICVgpq1FC-7wfUhi8v1ImYw_XpW072mr-eisySa4YccJqaQEB8K_c4dNVLybzkAt97KdhZvduJYYlfxXFAuvVkHS7cAvQkmBOpL-UbbWAu_lbnqWEd0-VD\" alt=\"Sintomas da podrid\u00e3o branca da espiga, duas das principais doen\u00e7as do milho, causadas pelos fungos Stenocarpella maydis e S. macrospora \"\/><figcaption>Sintomas da podrid\u00e3o branca da espiga, causada pelos fungos <em>Stenocarpella maydis <\/em>e <em>S. macrospora <\/em>em milho. Foto: Nic\u00e9sio F. J. A. Pinto (A); Elizabeth de Oliveira (B).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Est\u00e1dio fenol\u00f3gico de maior dano:<\/strong> ambos os pat\u00f3genos causam tamb\u00e9m a podrid\u00e3o do colmo em <strong>plantas adultas<\/strong>. Mas podem causar danos significativos na fase de enchimento de gr\u00e3os (especialmente entre R5 e R6), reduzindo a qualidade nutricional e produtividade da lavoura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, estes pat\u00f3genos produzem <strong>micotoxinas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis:<\/strong> Chuvas em excesso na fase de matura\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os e temperaturas entre 28 e 30\u00baC. A doen\u00e7a pode ocorrer em todas as regi\u00f5es de cultivo no Brasil, e pode ser destrutiva em regi\u00f5es de alta precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica, especialmente na regi\u00e3o Sul do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Monitoramento e controle:<\/strong> para os testes de sanidade, realizados em laborat\u00f3rio para avalia\u00e7\u00e3o da qualidade sanit\u00e1ria das sementes, s\u00e3o necess\u00e1rios 14 dias para que os fungos sejam detectados.<\/p>\n\n\n\n<p>O controle pode ser realizado atrav\u00e9s da rota\u00e7\u00e3o de culturas para diminui\u00e7\u00e3o do in\u00f3culo inicial do pat\u00f3geno no solo, uma vez que o pat\u00f3geno sobrevive em restos culturais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 tamb\u00e9m a op\u00e7\u00e3o de utilizar fungicidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, existem sete produtos registrados no Sistema de Agrot\u00f3xicos Fitossanit\u00e1rio (AGROFIT) para controle, dos grupos qu\u00edmicos das estrobilurinas+benzimidazol, estrobilurina+benzimidazol+fenilpirrol+acilalaninato.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">2. Podrid\u00e3o rosada da espiga ou fusariose: causada pelos fungos <em>Fusarium moniliforme <\/em>e <em>por Fusarium subglutinans<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sintomas: <\/strong>se apresentam isoladamente na espiga ou em grupos de gr\u00e3os, a partir da mudan\u00e7a da colora\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os para rosados. Al\u00e9m disso, pode se apresentar em estrias brancas caracter\u00edsticas da doen\u00e7a. Esp\u00e9cies de <em>Fusarium <\/em>spp. podem causar ainda, a podrid\u00e3o do colmo e o tombamento de pl\u00e2ntulas, nas fases iniciais e adultas da cultura.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/tyEh5GlA_dFEhijVK8lQRpQEEZuJp73KKboCYPeZQkYD94DtxeEIy1sQ8_2gc-ESUqp_ZtzBOnYwnZQbUC6asMBbgmdX1Qut35wV_AC4vMOUj2lvN6qaTqaF2sI1idx7-pI4PeFj\" alt=\"Sintomas caracter\u00edsticos da podrid\u00e3o rosada da espiga, uma das principais doen\u00e7as do milho.\"\/><figcaption>Sintomas caracter\u00edsticos da podrid\u00e3o rosada da espiga em milho, com gr\u00e3os apresentando colora\u00e7\u00e3o rosada. Foto: Fernando T. Fernandes (A); Roberto V. de Carvalho (B).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Est\u00e1dio fenol\u00f3gico de maior dano:<\/strong> matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis:<\/strong> Favorecida em temperaturas entre 21 e 30\u00baC e por per\u00edodos de chuva em excesso durante a matura\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a pode ocorrer em todas as regi\u00f5es produtoras, inclusive naquelas de clima quente e seco. Esp\u00e9cies como abacaxi, cana-de-a\u00e7\u00facar, algod\u00e3o, feij\u00e3o, soja, trigo, arroz, pastagens, sorgo e floresta implantada s\u00e3o hospedeiras do fungo.<\/p>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a pode estar associada a ocorr\u00eancia de nemat\u00f3ides, que favorecem a infec\u00e7\u00e3o pelo fungo pelas aberturas provocadas no sistema radicular.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O pat\u00f3geno sobrevive no solo, em restos culturais,e pode ser disseminado pelo vento, sementes contaminadas&nbsp; e implementos com solo aderido contaminado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Monitoramento e controle: <\/strong>o monitoramento da doen\u00e7a a campo deve receber aten\u00e7\u00e3o especial durante a fase reprodutiva, mas o tratamento de sementes podem ser realizados para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o por sementes contaminadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a rota\u00e7\u00e3o de culturas pode diminuir o in\u00f3culo da doen\u00e7a no solo. Outras recomenda\u00e7\u00f5es s\u00e3o: usar cultivares resistentes; manter uma aduba\u00e7\u00e3o equilibrada; e colher em \u00e9poca adequada, pois, manter as plantas no campo por longos per\u00edodos pode favorecer o pat\u00f3geno.<\/p>\n\n\n\n<p>O controle qu\u00edmico de <em>Fusarium moniliforme<\/em>, por sua vez, pode ser feito com os grupos qu\u00edmicos para aplica\u00e7\u00e3o terrestre, no caso dicarboximida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para o tratamento de sementes, de acordo com o AGROFIT, se recomendam os grupos qu\u00edmicos dos triaz\u00f3is, fenilpirrol, triazolinthione, dimetilditiocarbamato, estrobilurina+benzimidazol, dentre outros.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">3. Podrid\u00e3o rosada da ponta da espiga: causada pelo fungo <em>Gibberella zeae <\/em>(anamorfo <em>Fusarium graminearum<\/em>)<\/h3>\n\n\n\n<p>Sintomas: eventualmente, pode ser confundida com <em>Fusarium moniliforme <\/em>ou <em>F. subglutinans<\/em>, por\u00e9m se distingue de ambos, pois tem in\u00edcio a partir de uma massa cotonosa na ponta da espiga para a base. O fungo coloniza ainda a palha, que torna-se colada \u00e0 espiga.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/zU7d_3p5kKTgfdSZxdnTrtRxAXe9cKDsFvgs8VarfJB34sA2K4iqt2C7Y3dtSglsS_qMsbtrV6Gf226pFQNtgVKNqMcQMflwSDkTGo045Qik9U41pG_lbGHcJn_U7WwNrx9HkbNO\" alt=\"Sintomas de podrid\u00e3o rosada da ponta da espiga, uma das principais doen\u00e7as do milho.\"\/><figcaption>Sintomas da podrid\u00e3o rosada da ponta da espiga. (Fonte: Nic\u00e9sio F.J.A. Pinto)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Est\u00e1dio fenol\u00f3gico de maior dano:<\/strong> R5 e R6.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis:<\/strong> mais comum em regi\u00f5es de clima ameno e alta umidade relativa do ar, especialmente no Sul do Brasil. Al\u00e9m disso, chuvas em maior frequ\u00eancia no final do enchimento dos gr\u00e3os aumentam a incid\u00eancia da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Monitoramento e controle:<\/strong> pode ser realizado atrav\u00e9s da rota\u00e7\u00e3o de culturas, uso de materiais gen\u00e9ticos tolerantes\/resistentes e uso de fungicidas no tratamento de sementes, como os grupos qu\u00edmicos fenilpiridinilamina+benzimidazol.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Informa\u00e7\u00f5es importantes e cuidados no controle&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Um bom controle de doen\u00e7as tem in\u00edcio ainda no planejamento da lavoura. E para isso, \u00e9 preciso analisar as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas previstas e durante o cultivo, uma vez que, a incid\u00eancia de doen\u00e7as pode aumentar em \u00e9pocas mais secas ou chuvosas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, em muitas situa\u00e7\u00f5es a <strong>aplica\u00e7\u00e3o isolada de um m\u00e9todo<\/strong>, como fungicidas, <strong>n\u00e3o ser\u00e3o eficientes <\/strong>no caso das <strong>doen\u00e7as que atingem as espigas<\/strong> e causam podrid\u00f5es, dada a dificuldade de acesso do fungicida a estas partes da planta, sendo necess\u00e1rio adotar medidas conjuntas, tais como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Rota\u00e7\u00e3o de culturas;<\/li><li>Irriga\u00e7\u00e3o equilibrada: em plantios irrigados, cuidar o excesso de umidade no solo, que pode favorecer as podrid\u00f5es do colmo e do cartucho;<\/li><li>Uso de sementes sadias e certificadas;<\/li><li>Adensamento de semeadura correto, evitando plantas demasiadamente adensadas;<\/li><li>Aduba\u00e7\u00e3o equilibrada;<\/li><li>Semeadura respeitando a janela indicada e considerando as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas da regi\u00e3o de cultivo (evitando plantios tardios \u2013 novembro, dezembro);<\/li><li>Uso de cultivares resistentes: este m\u00e9todo \u00e9 um dos mais adequados. No entanto, vale ressaltar que na press\u00e3o de pat\u00f3genos, ou seja, ocorr\u00eancia de grandes popula\u00e7\u00f5es do pat\u00f3geno, a resist\u00eancia pode ser quebrada, sendo necess\u00e1rio adotar m\u00e9todos complementares para evitar a perda de resist\u00eancia;<\/li><li>Plantio direto pode aumentar a ocorr\u00eancia de doen\u00e7as causadas por pat\u00f3genos sobreviventes nos restos culturais, como os causadores das podrid\u00f5es do colmo e das espigas;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, <a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/milho-segunda-safra-quais-fatores-podem-limitar-a-sua-produtividade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estresses<\/a> durante a fase de enchimento de gr\u00e3os predisp\u00f5e as plantas \u00e0 ocorr\u00eancia de podrid\u00f5es, por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Danos causados por umidade excessiva ou estresse h\u00eddrico;<\/li><li>Danos por insetos;<\/li><li>Baixos teores de K (pot\u00e1ssio) em rela\u00e7\u00e3o ao N (nitrog\u00eanio);<\/li><li>Per\u00edodos prolongados de nebulosidade;<\/li><li>Ocorr\u00eancia de chuvas acima do normal logo ap\u00f3s o florescimento.<\/li><\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/JG5R7o7sanAvCjvnV1a6f4bkDW7P4AtNjXZdBOIb7iPzmUTYekOapRYInqgOldF7E56oXrH1aanIbejv5j8kWGToMkXYDOcEFmgIpQACdW3kUZ0vE4QRi-aWg82z6FbLIQ1FBqx1\" alt=\"Tabela mostrando a efici\u00eancia das medidas para o controle das principais doen\u00e7as do milho.\"\/><figcaption>(Fonte: <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/bitstream\/doc\/482702\/1\/Circ92.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Pinto et al., 2007<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao longo deste artigo podemos entender qual o impacto das doen\u00e7as na fase de matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica da cultura do milho, e nos <a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/como-e-formado-o-preco-do-milho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pre\u00e7os<\/a> praticados no mercado, inclusive ao consumidor final.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, entendemos tamb\u00e9m a import\u00e2ncia da combina\u00e7\u00e3o de diferentes m\u00e9todos de controle, buscando realizar o manejo integrado de doen\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, conhecemos os principais fungos causadores de podrid\u00f5es da espiga, S<em>tenocarpella maydis <\/em>e <em>S. macrospora, Fusarium moniliforme, Fusarium subglutinans <\/em>e <em>Gibberella zeae <\/em>(anamorfo <em>Fusarium graminearum<\/em>) e que resultam em gr\u00e3os ardidos e mofados.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png\" alt=\"Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura\" class=\"wp-image-2547\" width=\"835\" height=\"209\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png 600w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 835px) 100vw, 835px\" \/><\/a><figcaption>Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Assim, medidas como a rota\u00e7\u00e3o de culturas, planejamento da semeadura em janelas adequadas \u00e0 regi\u00e3o de cultivo, an\u00e1lise de est\u00e1gios de desenvolvimento de lavouras vizinhas e at\u00e9 mesmo da incid\u00eancia de pragas e doen\u00e7as nas \u00e1reas de cultivo e em \u00e1reas pr\u00f3ximas, podem auxiliar no planejamento e na tomada de decis\u00e3o de quais controles podem ser empregados, reduzindo assim o potencial de dano e redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os comercializ\u00e1veis dos gr\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Para estas doen\u00e7as o tratamento de sementes e uso de materiais resistentes, aliado aos m\u00e9todos anteriormente descritos s\u00e3o as formas mais eficientes de controle.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe\u00e7a as 3 principais doen\u00e7as da cultura do milho durante a matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica. 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