{"id":1425,"date":"2021-08-31T11:56:39","date_gmt":"2021-08-31T14:56:39","guid":{"rendered":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/?p=1425"},"modified":"2022-07-12T14:06:15","modified_gmt":"2022-07-12T17:06:15","slug":"brusone-e-giberela-como-manejar-as-principais-doencas-da-espiga-no-trigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/brusone-e-giberela-como-manejar-as-principais-doencas-da-espiga-no-trigo\/","title":{"rendered":"Entenda a import\u00e2ncia do manejo da Brusone e da Giberela nas lavouras de trigo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Doen\u00e7as da espiga no trigo: saiba como identific\u00e1-las e como realizar um manejo eficiente para evitar o seu aparecimento e dissemina\u00e7\u00e3o, principalmente no caso da brusone e da giberela!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As doen\u00e7as nas espigas do trigo, como a brusone a giberela, t\u00eam causado enormes preju\u00edzos, afetando tanto a produ\u00e7\u00e3o em termos de quantidade como tamb\u00e9m de qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas doen\u00e7as s\u00e3o respons\u00e1veis diretamente pelo <strong>aumento dos custos<\/strong> com o controle de doen\u00e7as e pela <strong>perda de peso<\/strong>, resultante da m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>influenciam na qualidade dos gr\u00e3os<\/strong> de trigo que podem at\u00e9 ser inviabilizados para o consumo, devido \u00e0s <strong>micotoxinas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Pensando nisso, neste artigo vamos conhecer as doen\u00e7as na espiga do trigo, em quais situa\u00e7\u00f5es causam maiores preju\u00edzos e como manej\u00e1-las para garantir \u00f3timos rendimentos na sua lavoura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Venha conferir!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Produ\u00e7\u00e3o de trigo no Brasil&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>A princ\u00edpio, o cultivo do trigo se limitava \u00e0s regi\u00f5es do Sul do Brasil. <\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, os novos cultivares e as t\u00e9cnicas de manejo que foram desenvolvidas possibilitaram sua expans\u00e3o para outras regi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de trigo est\u00e1 concentrada, principalmente, na <strong>regi\u00e3o Sul e Sudeste<\/strong>, conforme os dados abaixo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/X2sWMEc-qlPHAeRbg64k2H0VY919D8CS_bWDQJw4pt8ygL8Ijwe9cT5YRkhStqQH4gaYsbLjfsPRUplKBhby39SCk0fSLjHHthEOBenPyAbmWMjtXXhCHhGTUApiOSORR3J933w=s0\" alt=\"Estimativa da \u00e1rea, produtividade e produ\u00e7\u00e3o da safra de trigo brasileira em agosto de 2021\" width=\"515\" height=\"299\"\/><figcaption>Estimativa da \u00e1rea, produtividade e produ\u00e7\u00e3o da safra de trigo brasileira em agosto de 2021. (Fonte: Adaptado de <a href=\"https:\/\/www.conab.gov.br\/info-agro\/safras\/graos\">Conab (2021)<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>O potencial produtivo de trigo no Brasil \u00e9 bem animador! Pois, dependendo do cultivar utilizado, da regi\u00e3o produtora e dos manejos praticados, o rendimento pode chegar a <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/21572665\/trigos-da-embrapa-estao-entre-os-mais-produtivos-no-sul-do-brasil\">6.136 kg\/ha<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fases fenol\u00f3gicas do trigo<\/h2>\n\n\n\n<p>Conhecer as fases fenol\u00f3gicas do trigo \u00e9 fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de direcionar os tratos culturais, conforme a necessidade de cada etapa do desenvolvimento das plantas, possibilita o <strong>manejo certeiro<\/strong> das doen\u00e7as!<\/p>\n\n\n\n<p>A ocorr\u00eancia de doen\u00e7as, por exemplo na <a href=\"http:\/\/10.0.217.128:8080\/jspui\/handle\/tede\/559\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">fase de afilamento<\/a>, ou seja, perfilhamento das plantas de trigo, pode afetar diretamente o potencial de produ\u00e7\u00e3o da lavoura.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, na <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/sp\/a\/3NjJdFNFYR5JYXRnytGCBdf\/?lang=pt&amp;format=pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">fase de espigamento<\/a>, os riscos relacionados \u00e0s doen\u00e7as de espiga s\u00e3o t\u00e3o grandes que podem comprometer todo o manejo j\u00e1 realizado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os est\u00e1dios de desenvolvimento das plantas de trigo podem ser descritos por <strong>duas escalas<\/strong>: a de <strong>Feekes (1941) <\/strong>(mais generalista) e a de <strong>Zadoks e colaboradores (1974)<\/strong> (mais detalhada).<\/p>\n\n\n\n<p>Veja abaixo as fases fenol\u00f3gicas do trigo, comparando essas duas escalas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/ExohxONeiudYAcpqBuUCJWctS4D3An9qrGhKLXWAacJVphY4bGdLaMu4eFPsmLCnpQXfwDaOPBr0w1ipWDS8tPegOs5YjEMuVjr46LlKkpT3UEI_FBI8KlY0M4oTn5meWJBDuAM=s0\" alt=\"Esquematiza\u00e7\u00e3o das escalas de desenvolvimento do trigo de Feeks e a de Zadoks\" width=\"726\" height=\"404\"\/><figcaption>Esquematiza\u00e7\u00e3o das escalas de desenvolvimento do trigo de Feeks (A) compreendendo os est\u00e1dios de 1 a 11 e a de Zadoks (B) dividindo em 100 etapas (Z0 a Z99). (Fonte: Adaptado de <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41437-020-0320-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Hyles (2020)<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Para conhecer especificamente cada fase dessas escalas <a href=\"https:\/\/ipcm.wisc.edu\/download\/pubsGuides\/UW_WheatGrowthStages.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">clique aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, entendendo a fenologia do seu cultivar, o pr\u00f3ximo passo \u00e9 identificar as doen\u00e7as para manej\u00e1-las corretamente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais doen\u00e7as no trigo<\/h2>\n\n\n\n<p>As principais doen\u00e7as que ocorrem no trigo s\u00e3o causadas por v\u00edrus, bact\u00e9rias e, especialmente, por fungos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses pat\u00f3genos podem atacar as diferentes partes das plantas e ocorrer em diversas fases de desenvolvimento da cultura. As <strong>doen\u00e7as mais importantes<\/strong> que ocorrem na triticultura brasileira s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Mosaico comum do trigo \u2013 SBWMV<\/li><li>Estria bacteriana<\/li><li>O\u00eddio<\/li><li>Ferrugens: da folha e do colmo do trigo<\/li><li>Helmintosporiose<\/li><li>Mancha amarela<\/li><li>Nanismo amarelo da cevada<\/li><li><strong>Giberela<\/strong><\/li><li><strong>Brusone<\/strong><\/li><li>Mal-do-p\u00e9<\/li><li>Podrid\u00e3o comum de ra\u00edzes<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>No entanto, <strong>a ocorr\u00eancia<\/strong> e <strong>a intensidade<\/strong> de cada doen\u00e7a podem variar conforme a regi\u00e3o produtora, o ano agr\u00edcola, dentre outros aspectos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, os preju\u00edzos decorrentes dessas doen\u00e7as na lavoura n\u00e3o s\u00e3o sempre os mesmos. Cada safra \u00e9 uma safra!<\/p>\n\n\n\n<p>Para que as doen\u00e7as ocorram \u00e9 necess\u00e1rio a intera\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno, hospedeiro e ambiente, conhecido como \u201cTri\u00e2ngulo da Doen\u00e7a\u201d (Amorim e colaboradores, 2018).<\/p>\n\n\n\n<p>Em outras palavras, a <strong>doen\u00e7a<\/strong> ocorrer\u00e1 se existir <strong>pat\u00f3geno<\/strong> na \u00e1rea, <strong>cultivar suscet\u00edvel<\/strong> e <strong>condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso pode ser exemplificado, principalmente, pela incid\u00eancia de <strong>brusone <\/strong>e <strong>giberela <\/strong>que t\u00eam causado enormes preocupa\u00e7\u00f5es \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de trigo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Doen\u00e7as da espiga: Brusone e Giberela<\/h2>\n\n\n\n<p>Essas duas <strong>doen\u00e7as f\u00fangicas<\/strong> que causam danos \u00e0s <strong>espigas do trigo<\/strong> s\u00e3o consideradas de <strong>dif\u00edcil controle<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>E, por isso, podem causar <strong>enorme impacto<\/strong> na produ\u00e7\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<p>As perdas variam conforme o cultivar utilizado, os fatores clim\u00e1ticos na regi\u00e3o do cultivo e as estrat\u00e9gias de controle adotadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Podem at\u00e9 gerar d\u00favidas na hora de serem reconhecidas em campo, mas s\u00e3o causadas por pat\u00f3genos diferentes e, por isso, \u00e9 t\u00e3o importante acertar na hora da identifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Brusone&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Foi relatada a primeira vez em trigo no Brasil, em 1985, no Paran\u00e1 e, a partir da\u00ed, j\u00e1 foi encontrada em SP, MS, RS e GO.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 causada pelo pat\u00f3geno <em>Magnaporthe grisea<\/em>, fase assexuada <em>Pyricularia grisea<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode atacar todas as partes a\u00e9reas das plantas, desde os <strong>est\u00e1gios iniciais<\/strong> de desenvolvimento at\u00e9 a <strong>fase final de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, quando ocorrem nas espigas representa a forma mais destrutiva dessa doen\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, no ponto de infec\u00e7\u00e3o do fungo, ocorre um estreitamento da espiga, o que impede a passagem dos nutrientes para os gr\u00e3os.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os preju\u00edzos aparecem na perda de rendimento, com redu\u00e7\u00e3o no peso dos gr\u00e3os e maior n\u00famero de espiguetas vazias.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/JjMljl57GUhyz-zmd7BN4Eb6nUY90oEfFK7jLNXAZ03eHobJi5G-NIfz1IN6nee2VD6v8lzCGZ2S-tNCI5ckRCOove3iwELSrg12Kn4xMwKL39YVOvybJoR6WkUBmwWhoBudN1U=s0\" alt=\"Principais sintomas da brusone em trigo\" width=\"681\" height=\"274\"\/><figcaption>Principais sintomas da brusone em trigo: na folha (A), nas espiguetas (B e C) e suas consequ\u00eancias nos gr\u00e3os oriundos da parte sadia (D) e da parte afetada (E). (Fonte: Adaptado de <a href=\"http:\/\/www.cnpt.embrapa.br\/biblio\/do\/p_do40.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Lima (2004)<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.cnpt.embrapa.br\/biblio\/do\/p_do64.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Bacaltchuck e colaboradores (2006)<\/a> e <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/CNPT-2010\/40745\/1\/p-co255.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Torres e colaboradores (2009)<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Giberela ou fusariose<\/h3>\n\n\n\n<p>No Brasil, o primeiro relato em trigo foi em meados de 1940, no Rio Grande do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 causada pelo fungo <em>Gibberella zeae<\/em>, fase assexuada <em>Fusarium graminearum<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 altamente influenciada pelas condi\u00e7\u00f5es ambientais! E pode ocorrer <strong>a partir do espigamento<\/strong> at\u00e9 o <strong>enchimento dos gr\u00e3os<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o de rendimento, compromete a qualidade dos gr\u00e3os, <strong>e atrapalha <\/strong>n\u00e3o s\u00f3 na <a href=\"https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/saudelegis\/anvisa\/2011\/res0007_18_02_2011_rep.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"><strong>comercializa\u00e7\u00e3o interna<\/strong><\/a>, mas tamb\u00e9m na <a href=\"http:\/\/www.fao.org\/fao-who-codexalimentarius\/sh-proxy\/en\/?lnk=1&amp;url=https%253A%252F%252Fworkspace.fao.org%252Fsites%252Fcodex%252FStandards%252FCXS%2B193-1995%252FCXS_193e.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"><strong>externa<\/strong><\/a><strong> do trigo<\/strong>!<\/p>\n\n\n\n<p>Esse fungo produz micotoxinas, subst\u00e2ncias altamente t\u00f3xicas (por exemplo, a deoxinivalenol \u2013 DON).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/A2cX1NrcW4H2kAQiGqI6uHoDRm-RSYV1GNwL2fquQp-obVfYOSznnJNZXXmXUdOaBcwwInt_7UNE8AhpmH_bei3SqDqYBIplaBIF_qyUEQulHKt6J0Gxhazva3usZek4rEL-VtU=s0\" alt=\"Principais sintomas da giberela em trigo\"\/><figcaption>Principais sintomas da giberela em trigo: espiguetas afetadas e aristas com desvio em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s sadias (a) espiguetas afetadas em trigo m\u00fatico (b) ped\u00fanculo marrom-escuro (c), toda a espiga afetada (d), gr\u00e3os de cor verde (e) e rosa (f), ambos enrugados, esbranqui\u00e7ados e chochos. (Fonte: <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/172470\/1\/ID44296-2017DO176.pdf\">Lima (2017)<\/a>).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estrat\u00e9gias de controle para Brusone e Giberela<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Brusone&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Temperaturas elevadas<\/strong> (entre 24 \u00baC e 28 \u00baC) com<strong> alta umidade relativa <\/strong>(chuvas, irriga\u00e7\u00e3o ou orvalho) na fase de espigamento s\u00e3o agravantes para a infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, essas condi\u00e7\u00f5es possibilitam a penetra\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno nas plantas!<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, \u00e9 fundamental adotar as seguintes estrat\u00e9gias para manejo da Brusone:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Utilizar <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1129958\/resultados-da-rede-de-ensaios-cooperativos-para-a-resistencia-a-brusone-da-espiga-de-trigo-recorbe-safras-2018-e-2019\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">cultivares mais tolerantes<\/a> \u00e0 doen\u00e7a (a severidade e os danos variam conforme os cultivares); <\/li><li><a href=\"http:\/\/www.ensaioscooperativos.net\/uploads\/4\/3\/0\/7\/43078605\/safra_2018_circular_te%CC%81cnica_53.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Controle qu\u00edmico<\/a>: monitorar as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e se forem favor\u00e1veis \u00e0 infec\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno, a espiga deve ser protegida preventivamente;<\/li><li>Atraso na <a href=\"https:\/\/indicadores.agricultura.gov.br\/zarc\/index.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">\u00e9poca de semeadura<\/a> (conforme a regi\u00e3o);<\/li><li>Reduzir a irriga\u00e7\u00e3o quando o trigo estiver no espigamento e ocorrer temperaturas elevadas;<\/li><li>Usar sementes sadias e tratadas com fungicidas registrados;<\/li><li>Rota\u00e7\u00e3o de cultura: esse fungo pode sobreviver em plantas hospedeiras (por exemplo: arroz, milho, milheto e plantas daninhas) e em restos culturais.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Giberela<\/h3>\n\n\n\n<p>A infec\u00e7\u00e3o ocorre com temperaturas em torno de <strong>20\u00ba a 25\u00baC<\/strong> com per\u00edodos cont\u00ednuos de <strong>molhamento<\/strong>, maiores que 48 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas condi\u00e7\u00f5es possibilitam que os esporos presentes no ar se depositem nas anteras e germinem, colonizando a espiga.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, \u00e9 muito importante realizar a combina\u00e7\u00e3o das seguintes estrat\u00e9gias para o manejo da Giberela:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Utilizar cultivares <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/207743\/1\/Doc180-ImaculadaCompleto.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">moderadamente resistentes<\/a>, visto que ainda n\u00e3o existem cultivares totalmente resistente;<\/li><li>Monitoramento das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas da \u00e1rea: <strong>imprescind\u00edvel<\/strong>;<\/li><li><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1130254\/eficiencia-de-fungicidas-para-controle-de-giberela-do-trigo-resultados-dos-ensaios-cooperativos---safra-2019\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Controle qu\u00edmico<\/a>: totalmente dependente do <strong>momento<\/strong> e da <strong>tecnologia de aplica\u00e7\u00e3o<\/strong>:<ul><li>Aplica\u00e7\u00e3o preventiva de <a href=\"http:\/\/agrofit.agricultura.gov.br\/agrofit_cons\/principal_agrofit_cons\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">fungicidas registrados<\/a>: se houver condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis \u00e0 doen\u00e7a no espigamento;<\/li><li>Pontas direcionadas corretamente para o alvo da deposi\u00e7\u00e3o;<\/li><\/ul><\/li><li>Escalonamento da semeadura do trigo: para evitar o florescimento em per\u00edodo mais chuvoso e \u00famido;<\/li><li>Antecipar a semeadura: para que o florescimento ocorra em per\u00edodos menos favor\u00e1veis ao pat\u00f3geno;<\/li><li>Cultivares com diferentes ciclos: visando o escape da doen\u00e7a.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Monitoramento das doen\u00e7as de espiga<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Inspecionar as plantas <\/strong>diariamente e <strong>monitorar as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas<\/strong> na lavoura, com toda a certeza, fazem parte da estrat\u00e9gia de manejo.<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se verificar atentamente a presen\u00e7a de sinais (estruturas) dos pat\u00f3genos, conforme mostra a figura abaixo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/Q1bqvo0yGfmMcwqGqXXnx7odl9-6XkOHxY98kR8hZOGqwrDD5jJrUFo37993AQGvIeuTkAHehXK20zA5AcuWQN0NJ5L6vWAhYDLlLMeUZh2H3QVnAEXkfcTT9HkyubaOfj-0DF0=s0\" alt=\"Sinais da brusone no trigo\"\/><figcaption>Sinais da brusone: esporula\u00e7\u00e3o acinzentada (A e B) e da Giberela: macrocon\u00eddeos cor de laranja\/salm\u00e3o (fase assexuada) (C) e perit\u00e9cios (pontua\u00e7\u00f5es escuras &#8211; fase sexuada) (D) em espigas de trigo. (Fonte: Adaptado de <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-imagens\/-\/midia\/1027001\/brusone-em-trigo\">Pereira (2013)<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-imagens\/-\/midia\/1893001\/brusone-do-trigo-no-rio-grande-do-sul\">Santana (2014)<\/a> e <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/172470\/1\/ID44296-2017DO176.pdf\">Lima (2017)<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>As condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas s\u00e3o determinantes para o progresso da giberela e da brusone.<\/p>\n\n\n\n<p>Na regi\u00e3o Sul do Brasil, por exemplo, quando se t\u00eam per\u00edodos mais secos o desenvolvimento da giberela n\u00e3o \u00e9 favorecido.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, quando coincide o <a href=\"http:\/\/www.cnpt.embrapa.br\/biblio\/do\/p_do40_2.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">per\u00edodo de espigamento, na primavera<\/a>, com temperaturas elevadas e per\u00edodos chuvosos, os riscos de epidemias de giberela s\u00e3o alt\u00edssimos.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 nas regi\u00f5es do MS, SP, Cerrado e no norte do Paran\u00e1, a brusone \u00e9 respons\u00e1vel por grandes <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/bitstream\/doc\/1129989\/1\/ComTec-375-Online-2021.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">epidemias<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Excesso de chuvas, principalmente durante o espigamento, \u00e9 crucial para ocorr\u00eancia de brusone na safra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para auxiliar nesse manejo, voc\u00ea pode acessar o <a href=\"http:\/\/dev.sisalert.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">SISALERT<\/a>, bem como obter os dados clim\u00e1ticos espec\u00edficos de <a href=\"https:\/\/agrosmart.com.br\/blog\/estacao-meteorologica-funciona-importancia-agricultura\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">suas \u00e1reas de cultivo<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, torna-se indispens\u00e1vel acompanhar os fatores e os elementos clim\u00e1ticos da regi\u00e3o de cultivo. E voc\u00ea, produtor, pode fazer isso a partir das solu\u00e7\u00f5es da BoosterAgro clicando <a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/app-booster-01.png\" alt=\"Aplicativo booster\" class=\"wp-image-1461\" width=\"517\" height=\"337\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/app-booster-01.png 689w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/app-booster-01-300x196.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px\" \/><figcaption>No aplicativo da Booster \u00e9 poss\u00edvel monitorar as condi\u00e7\u00f5es de chuvas, umidade relativa do ar, temperaturas m\u00e1xima e m\u00ednima e a velocidade do vento. Al\u00e9m disso, o app tamb\u00e9m indica se estas condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o ideais ou n\u00e3o para realizar as pulveriza\u00e7\u00f5es.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Nesse artigo voc\u00ea conheceu sobre a import\u00e2ncia da brusone e giberela em trigo, denominadas, tamb\u00e9m, como doen\u00e7as de espigas.<\/p>\n\n\n\n<p>Viu que podem comprometer a produtividade e a qualidade dos gr\u00e3os da lavoura, sendo doen\u00e7as de dif\u00edcil controle.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png\" alt=\"Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura\" class=\"wp-image-2547\" width=\"834\" height=\"209\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png 600w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 834px) 100vw, 834px\" \/><\/a><figcaption>Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, percebeu que s\u00e3o altamente influenciadas pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas na regi\u00e3o do cultivo, podendo variar conforme a safra.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o manejo deve ser composto por diferentes estrat\u00e9gias, n\u00e3o somente a ado\u00e7\u00e3o de uma \u00fanica medida para o controle eficiente desses pat\u00f3genos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>AMORIM, L.; REZENDE, J. A.; BERGAMIN-FILHO, A. Manual de fitopatologia: princ\u00edpios e conceitos. v. 1, 5\u00aa ed S\u00e3o Paulo: Agron\u00f4mica Ceres, 2018, 573 p.<\/p>\n\n\n\n<p>FEEKES, W. De tarwe en haar milieu [Wheat and its environment]. Verslagen van de Technische Tarwe Commissie, v. 17, p. 523-888, 1941.<\/p>\n\n\n\n<p>ZADOKS J.C.; CHANG, T.T.; KONZAK, C.F. Decimal code for growth stages of cereals. Weed Research, v.14, p. 415-421, 1974.<\/p>\n\n\n\n<p>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Doen\u00e7as da espiga no trigo: saiba como identific\u00e1-las e como realizar um manejo eficiente para evitar o seu aparecimento e dissemina\u00e7\u00e3o, principalmente no caso da brusone e da giberela! As doen\u00e7as nas espigas do trigo, como a brusone a giberela, t\u00eam causado enormes preju\u00edzos, afetando tanto a produ\u00e7\u00e3o em termos de quantidade como tamb\u00e9m de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":1432,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[45,63],"class_list":["post-1425","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-doencas","tag-graos","tag-trigo"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Entenda a import\u00e2ncia do manejo da Brusone e da Giberela nas lavouras de trigo - BoosterAgro Blog<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Brusone e giberela s\u00e3o duas das principais doen\u00e7as no trigo. 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