{"id":1572,"date":"2021-09-14T10:36:22","date_gmt":"2021-09-14T13:36:22","guid":{"rendered":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/?p=1572"},"modified":"2022-07-12T13:42:11","modified_gmt":"2022-07-12T16:42:11","slug":"manejo-da-adubacao-ao-longo-do-ciclo-da-soja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/manejo-da-adubacao-ao-longo-do-ciclo-da-soja\/","title":{"rendered":"Boas pr\u00e1ticas no manejo de aduba\u00e7\u00e3o na soja"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Manejo da aduba\u00e7\u00e3o na cultura da soja: veja como realizar amostragens de solo e tecidos foliares, recomenda\u00e7\u00f5es e especificidades para cada um dos nutrientes necess\u00e1rios.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de soja no Brasil vem batendo recordes anuais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diante deste crescimento e da import\u00e2ncia econ\u00f4mica da cultura da soja, \u00e9 necess\u00e1rio que o potencial gen\u00e9tico das cultivares sejam aproveitados ao m\u00e1ximo.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o conhecimento sobre as necessidades nutricionais da cultura em cada um dos seus <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/soja\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1047123\/estadios-fenologicos-e-marcha-de-absorcao-de-nutrientes-da-soja\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">est\u00e1dio<\/a> de crescimento e desenvolvimento \u00e9 indispens\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira, a seguir, como realizar as amostragens de solo e foliar, as exig\u00eancias nutricionais da planta, como realizar a aduba\u00e7\u00e3o da soja e ter o melhor aproveitamento dos macro e micronutrientes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Import\u00e2ncia da cultura da soja no Brasil e no mundo&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>De acordo com pesquisas, <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1093166\/a-saga-da-soja-de-1050-ac-a-2050-dc#:~:text=Resumo%3A%20Este%20livro%20registra%20a,agroneg%C3%B3cio%20nos%20%C3%BAltimos%2040%20anos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">estima-se que at\u00e9 2050<\/a> a produ\u00e7\u00e3o de soja no mundo cres\u00e7a de forma expressiva. No Brasil e Estados Unidos, por exemplo, esse aumento deve chegar a 115% e 36%, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a \u00e1rea brasileira de soja tamb\u00e9m deve crescer 75%, bem como a participa\u00e7\u00e3o do Brasil na produ\u00e7\u00e3o mundial do gr\u00e3o, chegando a 33,73%.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, at\u00e9 2050, um ter\u00e7o de toda a soja produzida no mundo ser\u00e1 brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, diante de estimativas animadoras de expans\u00e3o do cultivo do gr\u00e3o, a <strong>otimiza\u00e7\u00e3o dos recursos<\/strong>, especialmente aqueles relacionados ao <strong>manejo da fertilidade dos solos<\/strong>, ser\u00e1 indispens\u00e1vel. <\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, atender as exig\u00eancias nutricionais de macro e micronutrientes da cultura \u00e9 muito importante para obter altas produtividades e gr\u00e3os de qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, an\u00e1lises de solo e foliares s\u00e3o ferramentas que podem colaborar para que a aduba\u00e7\u00e3o seja feita de forma equilibrada nas lavouras de soja. <\/p>\n\n\n\n<p>Confira, a seguir, como realizar cada uma delas de forma adequada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">An\u00e1lise de solo para a aduba\u00e7\u00e3o da soja<\/h2>\n\n\n\n<p>Para conhecer as necessidades da cultura, em fun\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es do solo na propriedade, \u00e9 importante realizar a an\u00e1lise do solo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, a qualidade dos resultados obtidos nos laudos depender\u00e1 de tr\u00eas fatores: a <a href=\"http:\/\/www.fundacaoms.org.br:8080\/base\/www\/fundacaoms.org.br\/media\/attachments\/132\/132\/newarchive-132.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">frequ\u00eancia<\/a>, a \u00e9poca e forma de amostragem. Se os tr\u00eas estiverem corretos, a an\u00e1lise vai refletir a realidade sobre a fertilidade do solo, trazendo maior clareza sobre as necessidades da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a <strong>frequ\u00eancia<\/strong>, as amostragens devem ser <strong>anuais nos tr\u00eas primeiros anos<\/strong> de implanta\u00e7\u00e3o da cultura e, posteriormente, podem ser feitas a<strong> cada dois ou tr\u00eas anos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>\u00e9poca de amostragem<\/strong> deve ser a partir da <strong>matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica<\/strong> da cultura anterior (final do per\u00edodo chuvoso, maio a junho). Pois, assim, \u00e9 poss\u00edvel ter o laudo em m\u00e3os antes do plantio da soja, para realizar a interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados e a compra dos fertilizantes em tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a amostragem tamb\u00e9m precisa seguir alguns passos importantes para que se obtenham amostras de qualidade e representativas. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como realizar a amostragem de solo<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Profundidade de 0 a 20 cm<\/strong>: fazer a amostragem com uma p\u00e1 de corte e utilizar apenas a por\u00e7\u00e3o central da <a href=\"http:\/\/www.fundacaoms.org.br:8080\/base\/www\/fundacaoms.org.br\/media\/attachments\/132\/132\/newarchive-132.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">amostra<\/a> retirada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta profundidade \u00e9 poss\u00edvel analisar os macro e micronutrientes, al\u00e9m da acidez e textura do solo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Profundidade de 20 a 40 cm<\/strong>: realizar a amostragem com trado de rosca. Esse tipo de coleta \u00e9 bem importante, principalmente na regi\u00e3o do Mato Grosso do Sul, devido \u00e0s estiagens e a presen\u00e7a de acidez em profundidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se evitar a coleta de amostras em locais com dep\u00f3sito irregular ou anormal de adubos ou que contenham cupins e formigueiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, ap\u00f3s a chuva, \u00e9 recomend\u00e1vel aguardar <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/69534\/1\/Doc266.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">2 a 4 dias<\/a> para a coleta das amostras.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/tXOpORDySE_K13IpkO5WSrqLB-WJiMkKYMFGKHwSsY1yUd545GvyKQ0IgG90a-TV8OU-C-iqRSTjIkgeLaGtlGRRowb9jKgrFJmmTNDJKKp4ORyLWZa-5twxIu8PtxlNcI3p_yHx=s0\" alt=\"Como realizar a amostragem de solo para obter informa\u00e7\u00f5es relevantes para a aduba\u00e7\u00e3o da soja\"\/><figcaption>Esquema ilustrado de como a amostragem de solo deve ser realizada, segundo padr\u00f5es da FUNDA\u00c7\u00c3O MS (Adaptado de CQFS-RS\/SC, 2004). (Fonte:<a href=\"http:\/\/www.fundacaoms.org.br:8080\/base\/www\/fundacaoms.org.br\/media\/attachments\/132\/132\/newarchive-132.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"> BROCH; RANNO, 2012<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Passo a passo para amostragem de solo:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Divida a \u00e1rea em glebas homog\u00eaneas (mesmas caracter\u00edsticas de solo, topografia e vegeta\u00e7\u00e3o);<\/li><li>Em cada uma das glebas, realize amostragens compostas de, no m\u00ednimo, 24 amostras simples (coletadas ao acaso em ziguezague).<\/li><li>Para as 24 amostras simples, 4 devem ser coletadas na linha de plantio e 20 na entrelinha.<\/li><li>Antes da retirada do solo, limpe a superf\u00edcie, para n\u00e3o incluir restos vegetais que possam comprometer os resultados da an\u00e1lise.<\/li><li>Misture as amostras simples em um balde e, desse volume, tire 500 gramas de cada profundidade para enviar a um laborat\u00f3rio de an\u00e1lise.<\/li><\/ol>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/lJq7mLnLiBDElbAIWm_FKhwrrLtn0In98Q9fJ20hQkhq-svjHdLrYxLSGQZvdzdpc0i5pEO7_Yp9e3D7i3o90NjNmWw3MEQedpq-UUp3LaIWKSq4fShWpYKMBHZeSyCQOOUkCQkI=s0\" alt=\"Como realizar o caminhamento em ziguezague na amostragem de solo\"\/><figcaption>Demonstra\u00e7\u00e3o do caminhamento em ziguezague na \u00e1rea. O tamanho m\u00e1ximo da \u00e1rea para amostragem de uma gleba deve ser de 10 ha (Fonte: <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/69534\/1\/Doc266.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">VELOSO et al., 2006<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 acidez do solo! <\/h3>\n\n\n\n<p>Caso o solo da propriedade seja muito \u00e1cido \u00e9 preciso realizar a corre\u00e7\u00e3o desta acidez.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, a <strong>acidez do solo<\/strong> <strong>interfere<\/strong> diretamente na <strong>disponibilidade<\/strong> dos <strong>nutrientes <\/strong>presentes para as plantas. Desta forma, \u00e9 preciso corrigi-la para que a cultura possa ter acesso \u00e0 uma nutri\u00e7\u00e3o adequada.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a figura a seguir, \u00e9 poss\u00edvel observar que em <strong>pH entre 5,9 e 6,5<\/strong> ocorrem as maiores disponibilidades de forma equilibrada dos macro e micronutrientes para a cultura da soja.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/11glYJeerk7c6HItcNfbHwqEyYZ_nlr0U9J84FB_mxIixNf-gmj5dBDiCZVIryDELvp9LC7OE9fN5nBwJmJKER8xaA0pnX5nvgHL_OoL5zYPhxtd0YfYzakrmDf2T-fvITrs1Sd0=s0\" alt=\"Rela\u00e7\u00e3o entre pH do solo a disponibilidade dos nutrientes; informa\u00e7\u00f5es extremamente relevante para a aduba\u00e7\u00e3o da soja.\"\/><figcaption>Rela\u00e7\u00e3o entre o pH do solo e a disponibilidade dos nutrientes no solo. FUNDA\u00c7\u00c3O MS, 2010. Adaptado de Embrapa (2006) (Fonte: <a href=\"http:\/\/www.fundacaoms.org.br:8080\/base\/www\/fundacaoms.org.br\/media\/attachments\/132\/132\/newarchive-132.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">BROCH; RANNO, 2012<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A acidez do solo \u00e9 a concentra\u00e7\u00e3o (atividade) de \u00edons hidrog\u00eanio na solu\u00e7\u00e3o do solo. <\/p>\n\n\n\n<p>Solos muito \u00e1cidos ou neutros diminuem a concentra\u00e7\u00e3o de f\u00f3sforo, nitrog\u00eanio, enxofre e boro, dispon\u00edveis para absor\u00e7\u00e3o pelas plantas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, na faixa de <strong>pH de 4,4 a 5,0<\/strong> ocorre o aumento expressivo da <strong>concentra\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio<\/strong>, prejudicial \u00e0 microbiota do solo e a fixa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica de nitrog\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, em pH muito elevado ocorre menor disponibilidade de micronutrientes como zinco, ferro, mangan\u00eas e cobre.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, em solos muito \u00e1cido, deve-se aplicar o calc\u00e1rio, no m\u00ednimo, seis meses antes do plantio.<\/p>\n\n\n\n<p>E a dose necess\u00e1ria de calc\u00e1rio (NC) a se usar deve ser equilibrada e conforme a interpreta\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise de solo da \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Defini\u00e7\u00e3o da dose de Calc\u00e1rio necess\u00e1ria <\/h4>\n\n\n\n<p>Deve-se definir a dose de calc\u00e1rio de acordo com a metodologia da satura\u00e7\u00e3o de bases, calculando a necessidade de calc\u00e1rio (NC), atrav\u00e9s da seguinte f\u00f3rmula:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/q9JQnJdb5ZTvL-c9d-wJTT50wxwlXlGuvFE7JRnktpRwBntYF8xdPp06XIs6w3QUfLznY-i9bdwg-cy8hfsoTFwR53nQMhPYllONH91c0i_kZJ1rg3paytEkT0zMv0QHHyh7uHvc=s0\" alt=\"C\u00e1lculo da necessidade de calc\u00e1rio, visando a corre\u00e7\u00e3o da acidez do solo \"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/oBsStcPFOhfpDFjfKKfhlPajyaQ4-rxnFqQZnBB3MaFPM5Oja0Vq46I-WSfq92Z2kdjmMxccivcKTHIqKCnyPwnUnlQvyA6R7txWfFcoZBmQ0I9ghvmWrxzZA6C7ZRxksmfAfE3p=s0\" alt=\"C\u00e1lculo da necessidade de calc\u00e1rio, visando a corre\u00e7\u00e3o da acidez do solo \"\/><figcaption>(Fonte:<a href=\"http:\/\/www.fundacaoms.org.br:8080\/base\/www\/fundacaoms.org.br\/media\/attachments\/132\/132\/newarchive-132.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"> BROCH; RANNO, 2012<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Tomada de decis\u00e3o para a aplica\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Satura\u00e7\u00e3o de bases abaixo de 60%;<\/li><li>pH solo abaixo de 5,8 a 6,2;<\/li><li>Presen\u00e7a de alum\u00ednio troc\u00e1vel.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Modo de aplica\u00e7\u00e3o do calc\u00e1rio:<\/strong> incorporado na camada de 0 a 20 cm.<\/p>\n\n\n\n<p>Para corre\u00e7\u00e3o de pH \u00e1cidos, pode-se usar silicatos que neutralizam \u00edons H +.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, para a escolha do calc\u00e1rio \u00e9 importante estar atento ao objetivo de seu uso. No caso, como estamos falando da corre\u00e7\u00e3o da acidez e da eleva\u00e7\u00e3o do c\u00e1lcio e magn\u00e9sio no solo, \u00e9 prefer\u00edvel optar por calc\u00e1rio dolom\u00edtico (&gt;12% de Mg) ou calc\u00e1rio magnesiano (entre 5,1% e 12% de Mg).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Gesso agr\u00edcola pode ser utilizado para corre\u00e7\u00e3o da acidez do solo?<\/h4>\n\n\n\n<p>O gesso agr\u00edcola diminui a satura\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio, no entanto, <strong>N\u00c3O neutraliza a acidez do solo<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Ele \u00e9 fonte de enxofre, tem residual m\u00ednimo de 5 anos e deve ser utilizado quanto a satura\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio no solo for maior que 20% e a de c\u00e1lcio menor de 60%. E sua aplica\u00e7\u00e3o pode ser feita a lan\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">An\u00e1lise foliar e a aduba\u00e7\u00e3o na soja<\/h2>\n\n\n\n<p>Este tipo de an\u00e1lise deve ser feito como um complemento \u00e0 an\u00e1lise de solo ou para <a href=\"https:\/\/www.agencia.cnptia.embrapa.br\/gestor\/soja\/arvore\/CONTAG01_40_271020069132.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">diagn\u00f3stico<\/a> de poss\u00edveis defici\u00eancias ou excessos de nutrientes na cultura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para <a href=\"http:\/\/www.fundacaoms.org.br:8080\/base\/www\/fundacaoms.org.br\/media\/attachments\/132\/132\/newarchive-132.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">an\u00e1lise foliar<\/a>, deve-se evitar a amostragem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Pr\u00f3xima de estradas ou corredores de poeira;<\/li><li>Em plantas atacadas por pragas e doen\u00e7as;<\/li><li>E em \u00e1reas que tenham recebido, recentemente, aplica\u00e7\u00e3o de nutri\u00e7\u00e3o foliar.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A \u00e9poca adequada de coleta \u00e9 no <strong>est\u00e1dio fenol\u00f3gico R2<\/strong>, caracterizado pelo pleno florescimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, para a an\u00e1lise, deve-se coletar o <strong>primeiro trif\u00f3lio<\/strong>, totalmente expandido, a contar a partir do \u00e1pice da planta. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma amostragem representativa deve ser coletada de<strong> 30 folhas <\/strong>(trif\u00f3lios) por talh\u00e3o a ser analisado (uma folha por planta).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/rAzg38syNpBFY2feTMZVbG-8shIy0ZDInnSo3tNk3gQXOeH59l6BXWI_As6QpX-O5aAAKHNT0iBL4XqD-0wUrPhXIhGvqgYCwb7sBmWk3qh5ASsUURXHy51TBB2FS1uo2uC7LYIX=s0\" alt=\"Procedimento de coleta de folhas em soja para an\u00e1lise foliar. Parte do bom manejo da aduba\u00e7\u00e3o na soja \" width=\"340\" height=\"498\"\/><figcaption>Procedimento de coleta de folhas em soja, coletando-se a primeira folha (trif\u00f3lio) com aspecto maduro a partir do \u00e1pice da planta, sem o pec\u00edolo, no pleno florescimento. FUNDA\u00c7\u00c3O MS, 2010. (Fonte:<a href=\"http:\/\/www.fundacaoms.org.br:8080\/base\/www\/fundacaoms.org.br\/media\/attachments\/132\/132\/newarchive-132.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"> BROCH; RANNO, 2012<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Passo a passo para a coleta de material <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/69534\/1\/Doc266.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">vegetal<\/a>:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Separe a \u00e1rea em talh\u00f5es homog\u00eaneo, atentando-se para o est\u00e1gio de crescimento das plantas, espa\u00e7amento e cultivar;<\/li><li>Fa\u00e7a as amostragens em ziguezague, retirando a folha no local anteriormente descrito;<\/li><li>Realize coletas preferencialmente entre 7 e 11 horas da manh\u00e3 e quando n\u00e3o tenha ocorrido chuvas nas 24 horas anteriores;<\/li><li>Em cada talh\u00e3o colete 30 folhas (trif\u00f3lios), um em cada planta, em ziguezague e aleatoriamente;<\/li><li>Guarde as amostras em sacos de papel limpo;<\/li><li>E envie as amostras imediatamente ao laborat\u00f3rio;<\/li><li>Ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o de fertilizantes foliares, aguarde um per\u00edodo de 30 dias para coleta e an\u00e1lise foliar.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aduba\u00e7\u00e3o e exig\u00eancias nutricionais ao longo do ciclo de desenvolvimento da soja<\/h2>\n\n\n\n<p>As recomenda\u00e7\u00f5es de aplica\u00e7\u00e3o de macro e micronutrientes para as culturas agr\u00edcolas s\u00e3o definidas a partir de resultados de pesquisa em campo. E que levam em conta o rendimento relativo das culturas em diferentes solos e por v\u00e1rios anos em rela\u00e7\u00e3o aos teores de <a href=\"http:\/\/www.fundacaoms.org.br:8080\/base\/www\/fundacaoms.org.br\/media\/attachments\/132\/132\/newarchive-132.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">nutrientes<\/a> no solo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, os macronutrientes s\u00e3o aqueles que as plantas precisam em maior quantidade. J\u00e1 os micronutrientes s\u00e3o os requeridos em menores quantidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Independentemente da quantidade, os macro e micronutrientes s\u00e3o indispens\u00e1veis para os resultados produtivos das culturas e devem ser fornecidos em dose e \u00e9poca adequadas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Macronutrientes&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A cultura da soja requer quantidades equilibradas de Nitrog\u00eanio (N), fornecida via <a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/plantio-de-soja-e-boas-praticas-para-inoculacao-de-sementes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">inocula\u00e7\u00e3o por microrganismos<\/a> do g\u00eanero Rhizobium, como o <em>Bradyrhizobium <\/em>e coinucula\u00e7\u00e3o com <em>Azospirillum brasiliense, <\/em>que podem conferir <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/126872\/1\/Boas-Praticas-de-Inoculacao.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">incrementos de at\u00e9 16%<\/a> na produtividade da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, outros macronutrientes tamb\u00e9m s\u00e3o necess\u00e1rios, como o f\u00f3sforo (P), pot\u00e1ssio (K), enxofre (S), c\u00e1lcio (Ca) e magn\u00e9sio (Mg), os quais tem pico de absor\u00e7\u00e3o pela cultura no<strong> in\u00edcio do est\u00e1gio reprodutivo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">F\u00f3sforo<\/h4>\n\n\n\n<p>Por ser um elemento pouco m\u00f3vel, o hist\u00f3rico da \u00e1rea combinado com os resultados das an\u00e1lises de solo das \u00faltimas tr\u00eas safras podem auxiliar na tomada de decis\u00e3o segura da quantidade a se aplicar deste nutriente.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas informa\u00e7\u00f5es importantes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Modo de aplica\u00e7\u00e3o: sulco de semeadura;<\/li><li>Fontes: MAP, MAP Sulforado, DAP, SPS, SPT;<\/li><li>Aduba\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o: depender\u00e1 das perdas e da exporta\u00e7\u00e3o pela cultura.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A <strong>tomada de decis\u00e3o <\/strong>deve se basear nas tabelas de interpreta\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise de solo de acordo com a regi\u00e3o de cultivo (distintas para as diferentes regi\u00f5es devido ao tipo de solo e regi\u00e3o geogr\u00e1fica).<\/p>\n\n\n\n<p>Para a <strong>regi\u00e3o Sul do Brasil<\/strong>, os valores sofrem algumas altera\u00e7\u00f5es, tanto em fun\u00e7\u00e3o da classe do solo, quanto pelo m\u00e9todo que se utiliza para a extra\u00e7\u00e3o do nutriente. Por isso, \u00e9 importante consultar um profissional para auxiliar na interpreta\u00e7\u00e3o correta dos resultados.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>CURIOSIDADE \u2013 saiba diferen\u00e7a entre os m\u00e9todos de extra\u00e7\u00e3o do f\u00f3sforo:<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Mehlich: considera teor de argila;<\/li><li>Resina: utilizada em \u00e1reas com hist\u00f3rico de aplica\u00e7\u00e3o de fosfatos naturais e fontes sol\u00faveis.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Pot\u00e1ssio<\/h4>\n\n\n\n<p>O teor de pot\u00e1ssio depende do teor de argila do solo. Algumas informa\u00e7\u00f5es importantes sobre a sua aplica\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A lan\u00e7o ou na semeadora (espa\u00e7amento de 17-20 cm) profundidade de 2 a 3 cm;<\/li><li>Dist\u00e2ncia de 8 a 10 cm das sementes;<\/li><li>Aduba\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o: quantidade definida, a partir da porcentagem exportada pela cultura.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">C\u00e1lcio, enxofre e magn\u00e9sio<\/h4>\n\n\n\n<p>O calc\u00e1rio e o magn\u00e9sio j\u00e1 foram comentados acima, quando falamos de corre\u00e7\u00e3o de acidez.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso do Enxofre, o seu teor est\u00e1 relacionado \u00e0 mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo. Al\u00e9m disso, devido \u00e0 sua mobilidade no solo, sua an\u00e1lise deve ser realizada em duas profundidades: 0 a 20 cm e 20 a 40 cm.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas informa\u00e7\u00f5es importantes sobre a sua aplica\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Pode ser feita a lan\u00e7o ou sulco; <\/li><li>As principais fontes s\u00e3o: Gesso agr\u00edcola (tem de 15% a 18% de Enxofre), Superfosfato Simples (tem de 10% a 12%), Enxofre elementar em p\u00f3 (tem de 95% a 98%), enxofre granulado (tem cerca de 70%) e enxofre peletizado (cerca de 90%).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Micronutrientes<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante analisar o teor de Zinco (Zn), mangan\u00eas (Mn), cobre (Cu) e boro (B) no solo, pois eles possuem efeito residual de pelo menos cinco anos. <\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, mesmo que recomendados para aplica\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o, podem n\u00e3o ser aplicados, dependendo da situa\u00e7\u00e3o financeira do produtor.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no caso do <strong>Molibd\u00eanio (Mo)<\/strong> e <strong>cobalto (Co)<\/strong>, \u00e9 importante destacar que eles s\u00e3o indispens\u00e1veis para a fixa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica de nitrog\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, \u00e9 recomenda-se a aplica\u00e7\u00e3o de Mo e Co via sementes ou pulverizados entre os est\u00e1dios <strong>V3<\/strong> e <strong>V5<\/strong>. Contudo, eles n\u00e3o devem ser misturados aos inoculantes, pois n\u00e3o s\u00e3o compat\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Aduba\u00e7\u00e3o foliar na soja<\/h3>\n\n\n\n<p>A aduba\u00e7\u00e3o foliar da soja <strong>s\u00f3 \u00e9 recomendada para fornecimento de mangan\u00eas <\/strong>(Mn), e caso ele esteja em n\u00edveis muito baixos. <\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, este nutriente \u00e9 importante na realiza\u00e7\u00e3o da fotoss\u00edntese por ser regulador de enzimas e clorofilas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/TjaygYMG4p4PD3Ttm9sZw4Eiu1HoOqP0PEtyklcE-6OgzkX_rPuC4qDsoNqfklul0ERr4erNTu5Lftkq9JO5NriRhboXWXAhUQybthfV8kxUuOLUJac-_l7ERLbb1nodvU16KuYH=s0\" alt=\"Refer\u00eancia de concentra\u00e7\u00e3o de nutrientes para an\u00e1lise foliar. Etapa importante do manejo de aduba\u00e7\u00e3o na soja.\"\/><figcaption>(Fonte: <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/handle\/doc\/470312\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">OLIVEIRA et al., 2007<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cuidados com a umidade e temperatura do solo!<\/h3>\n\n\n\n<p>Para a infec\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes pelos microrganismos fixadores de nitrog\u00eanio, por exemplo, <a href=\"http:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/193384\/1\/Efeito-da-adubacao-nitrogenada-e-da-temperatura.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">temperaturas de 30\u00baC<\/a> s\u00e3o ideais para estabelecimento das rela\u00e7\u00f5es planta-microrganismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, \u00e9 importante estar atendo a umidade e a temperatura do solo, pois podem implicar na efici\u00eancia da aduba\u00e7\u00e3o na soja. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Em resumo, a aduba\u00e7\u00e3o equilibrada na cultura da soja \u00e9 fator chave para alcan\u00e7ar altas produtividades.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, \u00e9 importante se atentar de que, antes da aplica\u00e7\u00e3o dos fertilizantes, \u00e9 preciso a saber como est\u00e1 a disponibilidade de nutrientes no solo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, a realiza\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises de solo e foliar s\u00e3o indispens\u00e1veis. <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png\" alt=\"Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura\n\" class=\"wp-image-2547\" width=\"850\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png 600w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 850px) 100vw, 850px\" \/><\/a><figcaption>Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Mas, para isso, \u00e9 necess\u00e1rio obter amostragens representativas, seguindo metodologias padr\u00f5es para garantir que os resultados obtidos reflitam, de fato, a real necessidade da \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 importante lembrar que a recomenda\u00e7\u00e3o de doses de fertilizantes \u00e9 distinta para as diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, procure um profissional para te auxiliar na aduba\u00e7\u00e3o da sua lavoura. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manejo da aduba\u00e7\u00e3o na cultura da soja: veja como realizar amostragens de solo e tecidos foliares, recomenda\u00e7\u00f5es e especificidades para cada um dos nutrientes necess\u00e1rios. A produ\u00e7\u00e3o de soja no Brasil vem batendo recordes anuais.&nbsp; Diante deste crescimento e da import\u00e2ncia econ\u00f4mica da cultura da soja, \u00e9 necess\u00e1rio que o potencial gen\u00e9tico das cultivares sejam [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":1584,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"footnotes":""},"categories":[41],"tags":[66,65,45,18],"class_list":["post-1572","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manejo","tag-adubacao","tag-fertilizante","tag-graos","tag-soja"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Boas pr\u00e1ticas no manejo de aduba\u00e7\u00e3o na soja - BoosterAgro Blog<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Saiba como realizar amostragens de solo e tecidos foliares, e as particularidades de cada nutriente necess\u00e1rio na aduba\u00e7\u00e3o da soja\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/manejo-da-adubacao-ao-longo-do-ciclo-da-soja\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Boas pr\u00e1ticas no manejo de aduba\u00e7\u00e3o na soja - 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