{"id":1858,"date":"2021-11-09T09:55:56","date_gmt":"2021-11-09T12:55:56","guid":{"rendered":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/?p=1858"},"modified":"2022-07-12T13:41:11","modified_gmt":"2022-07-12T16:41:11","slug":"pragas-do-milho-as-7-mais-comuns-no-inicio-do-ciclo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/pragas-do-milho-as-7-mais-comuns-no-inicio-do-ciclo\/","title":{"rendered":"Pragas do milho: as 7 mais comuns no in\u00edcio do ciclo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Saiba quais s\u00e3o as pragas mais comuns no in\u00edcio do ciclo de desenvolvimento do milho e como realizar o seu manejo na pr\u00e1tica!<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diversos fatores podem reduzir a produtividade do milho, como o estresse h\u00eddrico e o ataque de pragas e doen\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso das pragas, por exemplo, as perdas podem ser bem elevadas.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com uma pesquisa do <a href=\"https:\/\/www.cepea.esalq.usp.br\/upload\/kceditor\/files\/Cepea_EstudoPragaseDoencas_Parte%201.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cepea<\/a> (ESALQ\/USP), a n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o do controle de pragas como as <strong>lagartas<\/strong>, principalmente a <em>Spodoptera<\/em>, pode levar \u00e0 perdas de at\u00e9 40% na produ\u00e7\u00e3o, refletindo na<strong> alta de at\u00e9 13,6% no pre\u00e7o do gr\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, \u00e9 muito importante conhecer sobre as<strong> <\/strong><a href=\"https:\/\/www.spo.cnptia.embrapa.br\/conteudo?p_p_id=conteudoportlet_WAR_sistemasdeproducaolf6_1ga1ceportlet&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-1&amp;p_p_col_count=1&amp;p_r_p_-76293187_sistemaProducaoId=7905&amp;p_r_p_-996514994_topicoId=8667\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>principais pragas<\/strong><\/a> que podem ocorrer no in\u00edcio do desenvolvimento da cultura. <\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, um <strong>controle eficiente <\/strong>tem <strong>in\u00edcio na identifica\u00e7\u00e3o<\/strong> precoce das mesmas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, confira a seguir as sete principais pragas que podem ocorrer nas fases iniciais da cultura do milho e como manej\u00e1-las a fim de reduzir seus danos \u00e0 lavoura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais pragas iniciais na cultura do milho<\/h2>\n\n\n\n<p>A cultura do milho pode ser afetada por in\u00fameras pragas em diferentes fases do seu desenvolvimento, incluindo as <strong>pragas iniciais<\/strong>, <strong>de parte a\u00e9rea e colmo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>As pragas iniciais, sejam de sementes e ou ra\u00edzes s\u00e3o aquelas que afetam a lavoura de milho desde a <strong>germina\u00e7\u00e3o<\/strong> <strong>at\u00e9 a fase de pl\u00e2ntula<\/strong>, interferindo no primeiro componente de produtividade da cultura: a <strong>popula\u00e7\u00e3o de plantas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas pragas tem potencial de causar algum <strong>dano<\/strong> at\u00e9 <strong>30 dias ap\u00f3s a semeadura<\/strong>. Al\u00e9m disso, elas podem ser identificadas, principalmente, por <strong>falhas do estande<\/strong> <strong>em reboleiras<\/strong> e, em casos severos, prejudicam a cultura a ponto de ser necess\u00e1rio realizar novamente a semeadura em partes da \u00e1rea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong>danos mais severos<\/strong> ocorrem, principalmente, em <strong>veranicos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja, a seguir, as pragas iniciais da cultura do milho que afetam as sementes ou as ra\u00edzes das plantas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1. Pragas iniciais do milho: Cigarrinhas<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar de seus danos causados pela suc\u00e7\u00e3o da seiva serem pequenos, as cigarrinhas s\u00e3o<strong> transmissoras de doen\u00e7as. A cigarrinha-do-milho, por exemplo, \u00e9 capaz de <\/strong>disseminar viroses e os enfezamentos p\u00e1lido e vermelho.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns dos sintomas do ataque das cigarrinhas s\u00e3o: <strong>redu\u00e7\u00e3o da quantidade de nutrientes absorvidos<\/strong> pela planta, <strong>estrias <\/strong>e aspecto semelhante \u00e0 defici\u00eancia nutricional.<\/p>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/como-controlar-a-cigarrinha-do-milho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">cigarrinha-do-milho<\/a> pode ser <strong>identificada <\/strong>a partir da inspe\u00e7\u00e3o das plantas ou instala\u00e7\u00e3o de armadilhas amarelas na \u00e1rea de cultivo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cigarrinha-do-milho<\/strong> (<em>Dalbulus maidis<\/em>)<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/gGqV2M4uIfYx0oEpPJoKxSNo2mI8j7fifS1brjq8mEr97pUlw_plLtjMKje_Fn-N7xAnP7KQmxyenpPL0ntYYaWhoU5b13ks52-Z6kIPOBdjKHuxBOwTWbHQogMk9IwaIS_VK9hc\" alt=\"Identifica\u00e7\u00e3o da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) pela presen\u00e7a de duas pontua\u00e7\u00f5es localizadas na parte superior da cabe\u00e7a\"\/><figcaption>Identifica\u00e7\u00e3o da cigarrinha-do-milho (<em>Dalbulus maidis<\/em>) pela presen\u00e7a de duas pontua\u00e7\u00f5es localizadas na parte superior da cabe\u00e7a (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-imagens\/-\/midia\/5387001\/cigarrinha-do-milho-dalbulus-maidis-2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Oliveira<\/a>, 2020)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Cigarrinha-das-pastagens<\/strong> (<em>Deois flavopicta<\/em>)<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"229\" height=\"278\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-3.png\" alt=\"Cigarrrinha-das-pastagens\" class=\"wp-image-1859\"\/><figcaption>Cigarrrinha-das-pastagens<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/qS9EJfUEH7iZfkIiKuC6VkkYZYbnXAbfysBvhwFF47BdPP6J-pLg5jp-Y3E86Pa6KnpqG1F3M1g0rHhRLiG5n8cfNmbtq90gKAx3kFr2dB4jFhAPd0iumY924b6BacylUsdqVQTq\" alt=\"Cigarrinha-das-pastagens e espuma protetora das ninfas, que podem ser observadas principalmente na base das plantas \"\/><figcaption>Cigarrinha-das-pastagens e espuma protetora das ninfas, que podem ser observadas principalmente na base das plantas <br>(Fonte: <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1344498\/2767891\/danos-da-cigarrinha-das-pastagens-em-milho-consorciado-com-braquiarias.pdf\/34b82962-d956-48fd-89eb-e7db5551d746\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ivan Cruz<\/a>, 2010)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os <strong>danos <\/strong>ocasionados pelo ataque destas pragas incluem: <strong>suc\u00e7\u00e3o da seiva e dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as <strong>condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis<\/strong> para a prolifera\u00e7\u00e3o das cigarrinhas e dos enfezamentos s\u00e3o: temperaturas de <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/bitstream\/doc\/1129511\/1\/Charles-Guia-Boas-Praticas-Cigarinha-do-Milho.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">17\u00baC \u00e0 noite<\/a> e acima de 27\u00baC durante o dia, al\u00e9m de <strong>per\u00edodos chuvosos<\/strong> ou \u00e1reas irrigadas frequentemente.<\/p>\n\n\n\n<p>O controle pode ser feito atrav\u00e9s do monitoramento da \u00e1rea, uso de inseticidas sist\u00eamicos e controle biol\u00f3gico. <\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>controle e monitoramento iniciais s\u00e3o fu<\/strong>ndamentais para reduzir os danos e a ocorr\u00eancia de doen\u00e7as associadas \u00e0 cigarrinha-do-milho. Por isso, o monitoramento com iscas ou armadilhas deve ser realizado antes mesmo da semeadura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No caso da cigarrinha-das-pastagens, \u00e9 importante ficar de olho se h\u00e1 cultivo de gram\u00edneas ou brachiaria pr\u00f3ximos \u00e0 \u00e1rea, uma vez que os insetos migram destas \u00e1reas para as lavouras de milho.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o controle cultural, com elimina\u00e7\u00e3o de plantas hospedeiras, evitando ainda o plantio milho ap\u00f3s milho, e cultivares e\/ou esp\u00e9cies suscet\u00edveis, s\u00e3o os mais recomendados junto ao tratamento biol\u00f3gico ou qu\u00edmico de sementes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2. Pragas iniciais do milho: Cupins&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Os cupins tamb\u00e9m s\u00e3o pragas de grande import\u00e2ncia nas lavouras de milho. Eles possuem h\u00e1bitos subterr\u00e2neos e, por isso, s\u00e3o capazes de afetar as ra\u00edzes e as sementes no solo.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os <strong>sintomas <\/strong>do ataque de cupins est\u00e3o a <strong>mudan\u00e7a de colora\u00e7\u00e3o<\/strong> e o <strong>murcha das folhas<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Os principais g\u00eaneros s\u00e3o <strong><em>Heterotermes <\/em>sp., <em>Cornitermes <\/em>sp. <\/strong>e<strong> <em>Procornitermes <\/em>sp.<\/strong> que ocorrem, principalmente, em solos do cerrado.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/fhh-1v-9voc5igM2xnfQfCNsQHSudkjlWVCIAapqQMsxsZOB0S0NgY6SUhiaVV4Wq6xNgLgJpQhGXXq1WeaKZB6ij3wQFb3wcyDJKmbCtmYbYh-zuN0aKO29mXQe8E8GosOfYIYQ\" alt=\"Cupim Heterotermes sp.\"\/><figcaption>Soldado de <em>Heterotermes<\/em> sp. (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/floram\/a\/KVFyjxq64v5sK53tmNYDbfM\/?lang=en&amp;format=pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fialho-Junior<\/a> et al., 2019)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/BsyIm1y12iFxqsyq_hcJAWDPEgv-cfLv1edKMEwV5VSxxIj1k56fWiLmvHoyfiAgiUG15Lzmoeagh0D6pGrUReeWt0ZXnHAbLKI70m6YjnxqOTjvlzctWHrrruyQ5FcAz8extwlg\" alt=\"\"\/><figcaption>Soldado de <em>Cornitermes<\/em> sp. (Fonte: <a href=\"http:\/\/www.biologico.sp.gov.br\/publicacoes\/comunicados-documentos-tecnicos\/comunicados-tecnicos\/principais-pragas-da-arborizacao-urbana-i-cupins-subterraneos\">Zorzenon et al<\/a>., 2011)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/_QUibgB4MIbVdD7siVEQvLG4vTYWGglegn_y1sYNXGWMG4dMXDV4jJIafJwizdtVqpKrptONMMof4wTTt4dkUBY2NRPPvmNXfRRkCJF2uFdaHJ-5USPTRE7ZUlD8B_EgE1K7xhUC\" alt=\"Cupins do g\u00eanero Procornitermes sp. s\u00e3o os mais importantes na cultura do milho\"\/><figcaption>Cupins do g\u00eanero <em>Procornitermes<\/em> sp. s\u00e3o os mais importantes na cultura do milho (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/problemas\/cupim_374.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Agrolink<\/a>, 2021)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Entre os <strong>danos <\/strong>por ataques de cupins est\u00e3o:<strong> falha na emerg\u00eancia<\/strong> pela destrui\u00e7\u00e3o das sementes, <strong>murcha <\/strong>e at\u00e9 <strong>morte de pl\u00e2ntulas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as <strong>condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis<\/strong> ao seu aparecimento ocorrem na primavera.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o <strong>controle <\/strong>desta praga<strong> <\/strong>pode ser realizado por meio do <strong>tratamento de sementes<\/strong> e <strong>aplica\u00e7\u00e3o de inseticidas no sulco<\/strong> de semeadura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">3. Pragas iniciais: Cor\u00f3-do-milho&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Outra praga bastante comum nas lavouras \u00e9 o cor\u00f3-do-milho.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os <strong>sintomas <\/strong>do seu ataque est\u00e3o: <strong>falhas na emerg\u00eancia<\/strong> e <strong>tombamento das pl\u00e2ntulas<\/strong>; <strong>amarelecimento <\/strong>e <strong>enfezamento <\/strong>de plantas; <strong>folhas murchas<\/strong> e de aspecto seco. Al\u00e9m disso, os sintomas geralmente ocorrem em <strong>reboleiras<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O cor\u00f3-do-milho pode ser de uma das seguintes esp\u00e9cies: <em>Phyllophaga cuyabana<\/em> e <em>Liogenys suturalis<\/em>. <\/p>\n\n\n\n<p>Seus <strong>danos <\/strong>s\u00e3o mais frequentes no<strong> milho safrinha&nbsp;da regi\u00e3o Centro-Oeste<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"988\" height=\"272\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-4.png\" alt=\"Imagem dos orif\u00edcios de entrada do cor\u00f3-do-milho e, em seguida, a foto da  larva e do adulto\" class=\"wp-image-1860\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-4.png 988w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-4-300x83.png 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-4-768x211.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 988px) 100vw, 988px\" \/><figcaption>Orif\u00edcios de entrada do cor\u00f3-do-milho, larva e adulto (Fonte: <a href=\"http:\/\/panorama.cnpms.embrapa.br\/insetos-praga\/identificacao\/pragas-subterraneas\/bicho-bolo-ou-coro-phyllophaga-spp-cyclocephala-spp-e-diloboderus-abderus-sturm-1826-coleoptera-scarabaeidae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Ivan Cruz<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os <strong>danos provocados pelo cor\u00f3 <\/strong>incluem<strong>: <\/strong>a redu\u00e7\u00e3o significativa da produ\u00e7\u00e3o, principalmente, se estiverem presentes em <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/downloads\/manual%20de%20pragas%20do%20milho.pdf\">est\u00e1gios mais avan\u00e7ados<\/a> de desenvolvimento da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>esta praga \u00e9<\/strong> <strong>mais comum <\/strong>em \u00e1reas com grande quantidade de <a href=\"http:\/\/www.cnpt.embrapa.br\/biblio\/co\/p_co203.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">palhada sobre o solo<\/a> e solos n\u00e3o compactados. <\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o seu <strong>controle <\/strong>pode ser feito<strong> <\/strong>por meio do <strong>tratamento de sementes<\/strong>, bem como <strong>pulveriza\u00e7\u00e3o do<\/strong> <strong>sulco <\/strong>de semeadura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">4. Pragas iniciais do milho: Lagartas<\/h2>\n\n\n\n<p>As lagartas t\u00eam potencial de causar at\u00e9 50% de redu\u00e7\u00e3o nos rendimentos da cultura, caso o controle n\u00e3o seja realizado.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o uso excessivo de inseticidas com o mesmo princ\u00edpio ativo e aplicados em momentos inadequados, tem contribu\u00eddo para a resist\u00eancia das lagartas aos princ\u00edpios ativos de alguns inseticidas, principalmente a lagarta-do-cartucho.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o ataque de lagartas ocorra com maior intensidade no per\u00edodo vegetativo e reprodutivo, elas j\u00e1 s\u00e3o capazes de causar danos logo ap\u00f3s a emerg\u00eancia das plantas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o <strong>ataque das lagartas pode causar<\/strong> a destrui\u00e7\u00e3o do ponto de crescimento da planta (em est\u00e1gios iniciais), a murcha e at\u00e9 mesmo morte de folhas.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>identifica\u00e7\u00e3o <\/strong>pode ser feita<strong> <\/strong>a partir dos ovos, da lagarta e da mariposa (fase adulta), conforme as imagens a seguir.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Lagarta-do-cartucho<\/strong> (<em>Spodoptera frugiperda<\/em>)<\/h4>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"897\" height=\"331\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-5.png\" alt=\"Ovos, lagarta e mariposas f\u00eamea e macho de Spodoptera frugiperda, principal praga da cultura do milho \" class=\"wp-image-1861\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-5.png 897w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-5-300x111.png 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-5-768x283.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 897px) 100vw, 897px\" \/><figcaption>Ovos, lagarta e mariposas f\u00eamea e macho de <em>Spodoptera frugiperda<\/em>, principal praga da cultura do milho <br>(Fonte: Arquivo <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/38672729\/lagartas-do-cartucho-resistentes-transferem-proteina-bt-para-seus-descendentes\">Embrapa<\/a>; <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/38672729\/lagartas-do-cartucho-resistentes-transferem-proteina-bt-para-seus-descendentes\">Marina Torres<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/38672729\/lagartas-do-cartucho-resistentes-transferem-proteina-bt-para-seus-descendentes\">Embrapa<\/a>, 2018)<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Lagarta-elasmo<\/strong> (<em>Elasmopalpus lignosellus)<\/em><\/h4>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-6.png\" alt=\"Aspecto da lagarta elasmo e adultos (f\u00eamea e macho respectivamente) \" class=\"wp-image-1862\" width=\"840\" height=\"203\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-6.png 855w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-6-300x73.png 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-6-768x186.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><figcaption>Aspecto da lagarta elasmo e adultos (f\u00eamea e macho respectivamente) (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1344498\/2767891\/manejo-de-elasmo-na-cultura-do-milho.pdf\/9ca5be8d-688e-4520-9ec7-4fd385c51e3e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Paulo Afonso Viana<\/a>, 2009)<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Lagarta rosca<\/strong> (<em>Agrotis ipsilon)<\/em><\/h4>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"852\" height=\"239\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-7.png\" alt=\"Aspecto do ovo, lagarta e mariposa de Agrotis ipsilon. Praga de h\u00e1bitos noturnos\" class=\"wp-image-1863\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-7.png 852w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-7-300x84.png 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-7-768x215.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 852px) 100vw, 852px\" \/><figcaption>Aspecto do ovo, lagarta e mariposa de <em>Agrotis ipsilon. <\/em>Praga de h\u00e1bitos noturnos (Fonte: <a href=\"http:\/\/panorama.cnpms.embrapa.br\/insetos-praga\/identificacao\/pragas-de-superficie\/lagarta-rosca-agrotis-ipsilon-hufnagel-1766-lepidoptera-noctuidae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Ivan Cruz<\/a>)<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Lagarta-militar<\/strong> (<em>Mocis latipes<\/em>) <\/h4>\n\n\n\n<p>Mais comum em regi\u00f5es de temperaturas mais elevadas e em per\u00edodos secos<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-8.png\" alt=\"Aspecto visual da lagarta militar em diferentes fases do ciclo de vida: ovo, lagarta de mariposa \" class=\"wp-image-1864\" width=\"840\" height=\"197\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-8.png 873w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-8-300x70.png 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-8-768x180.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><figcaption>Aspecto visual da lagarta militar em diferentes fases do ciclo de vida: ovo, lagarta de mariposa (Fonte: <a href=\"http:\/\/panorama.cnpms.embrapa.br\/insetos-praga\/identificacao\/pragas-da-parte-aerea-mastigadores\/lagarta-militar-ou-curuquere-dos-capinzais-mocis-latipes-guennee-1852-lepidoptera-noctuidae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Ivan Cruz<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os <strong>danos desta praga incluem: <\/strong>raspagem, perfura\u00e7\u00e3o e corte das plantas rente ao solo, provocando o tombamento das pl\u00e2ntulas logo ap\u00f3s a emerg\u00eancia e tamb\u00e9m quando adultas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, elas s\u00e3o <strong>favorecidas por per\u00edodos mais quentes e secos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>controle <\/strong>das lagartas inclui: o <strong>tratamento de sementes <\/strong>com inseticidas sist\u00eamicos apropriados, conferindo prote\u00e7\u00e3o entre 15 a 20 dias ap\u00f3s a emerg\u00eancia da cultura, dependendo do produto utilizado.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra pr\u00e1tica de controle \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o de <strong>armadilhas com ferom\u00f4nio<\/strong>, utilizando uma armadilha para at\u00e9 cinco hectares (refil contendo o horm\u00f4nio tem dura\u00e7\u00e3o de at\u00e9 25 dias), para monitoramento efetivo da praga.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, em plantios convencionais, recomenda-se o preparo pr\u00e9vio da \u00e1rea, de duas a tr\u00eas semanas antes do plantio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">5. Pragas iniciais do milho: Larvas<\/h2>\n\n\n\n<p>As larvas tamb\u00e9m s\u00e3o pragas que podem afetar e muito as lavouras de milho, uma vez que elas consomem as ra\u00edzes advent\u00edcias<strong> <\/strong>(que se formam a partir do caule) das plantas. <\/p>\n\n\n\n<p>As duas que mais merecem aten\u00e7\u00e3o s\u00e3o: <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Larva-arame (<em>Agriotes<\/em>, <em>Conoderus<\/em>, e <em>Melanotus<\/em>): ocorre, principalmente, em plantios de milho ap\u00f3s pastagem e em sistema de plantio direto;<\/li><li>Larva-alfinete (<em>Diabrotica speciosa<\/em>) .<\/li><\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"375\" height=\"287\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-9.png\" alt=\"Aspecto da larva e do adulto de Agriotes sp., que pode causar danos em sementes de milho durante a germina\u00e7\u00e3o e posteriormente \u00e0s ra\u00edzes \" class=\"wp-image-1865\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-9.png 375w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-9-300x230.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><figcaption>Aspecto da larva e do adulto de <em>Agriotes <\/em>sp., que pode causar danos em sementes de milho durante a germina\u00e7\u00e3o e posteriormente \u00e0s ra\u00edzes <br>(Fonte: <a href=\"http:\/\/panorama.cnpms.embrapa.br\/insetos-praga\/identificacao\/pragas-subterraneas\/larva-arame-agriotes-conoderus-e-melanotus-coleoptera-elateridae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Ivan Cruz<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"783\" height=\"347\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-10.png\" alt=\"Larva alfinete causando dano em semente de milho durante a germina\u00e7\u00e3o, e aspecto visual do adulto de Diabrotica (vaquinha)\" class=\"wp-image-1866\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-10.png 783w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-10-300x133.png 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-10-768x340.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 783px) 100vw, 783px\" \/><figcaption>Larva alfinete causando dano em semente de milho durante a germina\u00e7\u00e3o, e aspecto visual do adulto de <em>Diabrotica speciosa <\/em>(tamb\u00e9m conhecido como vaquinha) <br>(Fonte: <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-imagens\/-\/midia\/1007002\/diabrotica-no-milho\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Paulo Lanzetta<\/a>, 2013 e <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-imagens\/-\/midia\/5402001\/adulto-de-diabrotica-speciosa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Paulo Roberto Valle<\/a> da Silva Pereira, 2020)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os <strong>danos <\/strong>provocados pelo ataque destas larvas incluem: a redu\u00e7\u00e3o da produtividade pelo <strong>consumo de ra\u00edzes<\/strong> e sementes no solo; <strong>redu\u00e7\u00e3o de \u00e1rea foliar<\/strong>; e, por fim, <strong>acamamento de plantas<\/strong>. Os danos s\u00e3o mais aparentes de 4 a 6 semanas ap\u00f3s a emerg\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<p>O sistema de plantio direto, com n\u00edveis adequados de umidade (excesso ou restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica <a href=\"https:\/\/www.agro.bayer.com.br\/essenciais-do-campo\/alvos-e-culturas\/pragas\/larva-alfinete-no-milho\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">desfavorecem<\/a> a larva) e solos ricos em mat\u00e9ria org\u00e2nica s\u00e3o as <strong>condi\u00e7\u00f5es mais favor\u00e1veis<\/strong> para o aparecimento destas larvas.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o <strong>controle <\/strong>destas pragas<strong> <\/strong>pode ser realizado atrav\u00e9s do <strong>tratamento de sementes com inseticidas<\/strong> granulados ou <strong>pulverizados no sulco<\/strong>, de bom residual. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante realizar o <strong>monitoramento <\/strong>da \u00e1rea, inclusive antes da semeadura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">6. Pragas iniciais do milho: Percevejos<\/h2>\n\n\n\n<p>Os principais <strong>sintomas de ataque <\/strong>de percevejos<strong> <\/strong>no milho incluem: a <strong>deforma\u00e7\u00e3o e descolora\u00e7\u00e3o<\/strong> da regi\u00e3o atacada pela suc\u00e7\u00e3o da seiva; e <strong>murcha<\/strong>. Al\u00e9m disso, pode haver a forma\u00e7\u00e3o de <strong>manchas escuras <\/strong>nos locais da picada.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem <strong>diversas esp\u00e9cies de percevejos<\/strong> e sua diferencia\u00e7\u00e3o ocorre, principalmente, pela cor. Os mais comuns s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Percevejo-verde (<em>Nezara viridula<\/em>)<\/li><li>Barriga-verde (<em>Dichelops melacanthus<\/em>): mais comum no Centro-Sul do Brasil;<\/li><li>Percevejo-castanho (<em>Scaptocoris castanea<\/em>): amplamente distribu\u00eddo em todas as regi\u00f5es de cultivo; tem por caracter\u00edstica de exalar um odor t\u00edpico;<\/li><li><em>Dichelops furcatus<\/em>: ocorre, principalmente em regi\u00f5es de temperaturas mais amenas, como o sul do Brasil;<\/li><\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"881\" height=\"236\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-11.png\" alt=\"percevejo barriga-verde\" class=\"wp-image-1867\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-11.png 881w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-11-300x80.png 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-11-768x206.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 881px) 100vw, 881px\" \/><figcaption>Aspecto visual dos ovos e do percevejo barriga-verde. Os espinhos localizados nas \u201combreiras\u201d do inseto, distingue esta esp\u00e9cie das demais (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/downloads\/manual%20de%20pragas%20do%20milho.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Moreira e Arag\u00e3o<\/a>, 2009)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>O ataque de percevejos pode levar \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do perfilhamento e da produtividade da lavoura.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que favorecem o aparecimento desta praga incluem altas temperaturas e umidade, uma vez que tais fatores aceleram o ciclo de desenvolvimento dos percevejos. <\/p>\n\n\n\n<p>Assim, \u00e9 comum que, em per\u00edodos quentes, os insetos se abriguem no ter\u00e7o inferior da planta, dificultando o controle. <\/p>\n\n\n\n<p>Para realizar o <strong>controle destes percevejos \u00e9 preciso levar em conta:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O monitoramento antes e ap\u00f3s a semeadura;<\/li><li>O uso de materiais gen\u00e9ticos tolerantes;<\/li><li>A pulveriza\u00e7\u00e3o na desseca\u00e7\u00e3o;<\/li><li>O controle de plantas daninhas hospedeiras alternativas;<\/li><li>O tratamento de sementes;<\/li><li>E a pulveriza\u00e7\u00e3o de pl\u00e2ntulas.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">7. Pragas iniciais:  Tripes <em>(Frankliniella williamsi<\/em>)<\/h2>\n\n\n\n<p>Os tripes tem maior ocorr\u00eancia, principalmente, em<strong> regi\u00f5es de baixa umidade<\/strong> nos estados do Paran\u00e1, Santa Catarina e Minas Gerais, e em \u00e1reas do cerrado, reduzindo a produtividade do milho, mesmo em materiais com tecnologia <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/140856\/1\/Ocorrencia-Frankliniella.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bt<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, os <strong>sintomas <\/strong>de ataque de tripes nas lavouras incluem: folhas <strong>esbranqui\u00e7adas<\/strong>, com aspecto prateado, em decorr\u00eancia da alimenta\u00e7\u00e3o dos insetos por raspagem, tendo ainda <strong>potencial de disseminar doen\u00e7as<\/strong>, principalmente <strong>viroses<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"855\" height=\"324\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-12.png\" alt=\"Aspecto visual dos ovos, ninfas e adulto do tripes Frankliniella williamsi \" class=\"wp-image-1868\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-12.png 855w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-12-300x114.png 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image-12-768x291.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 855px) 100vw, 855px\" \/><figcaption>Aspecto visual dos ovos, ninfas e adulto de <em>Frankliniella williamsi<\/em> (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/problemas\/tripes_1897.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Agrolink<\/a>, 2021)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o inseto passa parte do seu ciclo no solo, por isso, \u00e9 necess\u00e1rio o tratamento de sementes em \u00e1reas infestadas ou com hist\u00f3rico de infesta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que longos <strong>per\u00edodos de estiagem favorecem o aparecimento desta praga<\/strong>. E o seu ataque severo pode causar a morte das pl\u00e2ntulas e a redu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de plantas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o <strong>controle <\/strong>pode ser feito por meio do <strong>tratamento de sementes <\/strong>com inseticidas sist\u00eamicos recomendados e monitoramento constante da lavoura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Monitoramento das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas  <\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 muito importante realizar o constante <strong>monitoramento <\/strong>das pragas na \u00e1rea de cultivo e <strong>manter um registro do hist\u00f3rico de ocorr\u00eancias<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, quanto maior forem as informa\u00e7\u00f5es da \u00e1rea e suas caracter\u00edsticas, mais assertivo ser\u00e1 o controle de pragas. <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png\" alt=\"Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura\n\" class=\"wp-image-2547\" width=\"808\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png 600w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 808px) 100vw, 808px\" \/><\/a><figcaption>Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Assim, para o monitoramento das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas vigentes, voc\u00ea pode contar com o aux\u00edlio do app da BoosterAgro.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, mais comodidade e assertividade nas decis\u00f5es de pulveriza\u00e7\u00f5es na palma da sua m\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>Em resumo, um conjunto de pragas podem ocorrer durante as fases iniciais da cultura do milho, sendo de grande import\u00e2ncia iniciar o monitoramento antes da semeadura e mant\u00ea-lo ao longo de todo o ciclo da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, para garantir o  estabelecimento da cultura e da popula\u00e7\u00e3o de plantas  (componentes importantes para a  produtividade) \u00e9 preciso monitorar as \u00e1reas, observando as pragas da cultura antecessora e planejando quais estrat\u00e9gias de manejo mais adequadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, acompanhe constantemente a sua lavoura, utilizando iscas ou armadilhas e realize o controle sempre utilizando mais de uma alternativa dispon\u00edvel incluindo: controle cultural; f\u00edsico; gen\u00e9tico; biol\u00f3gico; bem como o qu\u00edmico. A fim de evitar a resist\u00eancia das pragas aos inseticidas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, quando optar pelo controle qu\u00edmico, evite utilizar em sequ\u00eancia o mesmo princ\u00edpio ativo. E lembre-se: o sucesso do controle pelos inseticidas depende do seu planejamento de uso tamb\u00e9m!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Saiba quais s\u00e3o as pragas mais comuns no in\u00edcio do ciclo de desenvolvimento do milho e como realizar o seu manejo na pr\u00e1tica! Diversos fatores podem reduzir a produtividade do milho, como o estresse h\u00eddrico e o ataque de pragas e doen\u00e7as. No caso das pragas, por exemplo, as perdas podem ser bem elevadas. 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