{"id":2119,"date":"2022-01-18T09:12:50","date_gmt":"2022-01-18T12:12:50","guid":{"rendered":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/?p=2119"},"modified":"2023-08-09T13:34:57","modified_gmt":"2023-08-09T16:34:57","slug":"micotoxinas-no-milho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/micotoxinas-no-milho\/","title":{"rendered":"Micotoxinas no Milho: tudo o que voc\u00ea precisa saber"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Entenda como s\u00e3o produzidas as micotoxinas no milho e saiba quais s\u00e3o as boas pr\u00e1ticas para evitar a contamina\u00e7\u00e3o dos alimentos do campo \u00e0 p\u00f3s-colheita<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O milho \u00e9 um gr\u00e3o indispens\u00e1vel na dieta humana e em diversos produtos industrializados e consumidos diariamente, al\u00e9m de estar presente na <a href=\"http:\/\/www.scielo.org.pe\/scielo.php?pid=S2077-99172019000400013&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=en\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dieta animal<\/a>, principalmente em ra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, o Brasil \u00e9 o<strong> quarto maior produtor mundial de gr\u00e3os<\/strong>, ocupando a terceira posi\u00e7\u00e3o para a cultura do <strong>milho<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o Pa\u00eds tamb\u00e9m \u00e9 destaque na produ\u00e7\u00e3o de carne bovina, &nbsp;possuindo o <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/62619259\/brasil-e-o-quarto-maior-produtor-de-graos-e-o-maior-exportador-de-carne-bovina-do-mundo-diz-estudo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">maior rebanho<\/a> do mundo, e isso demanda grande quantidades de milho, tanto em gr\u00e3os, como em ra\u00e7\u00f5es e em forma de silagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, um dos grandes objetivos da produ\u00e7\u00e3o de milho \u00e9 manter a qualidade do produto final. Por\u00e9m, diversos fatores podem interferir neste processo. A presen\u00e7a micotoxinas, por exemplo, \u00e9 um grande desafio.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas <strong>micotoxinas s\u00e3o produzidas por fungos <\/strong>e podem causar s\u00e9rios problemas \u00e0 sa\u00fade animal e humana. Isso porque, elas s\u00e3o termoest\u00e1veis, ou seja, n\u00e3o s\u00e3o inativadas pelo processamento em altas temperaturas. Al\u00e9m disso, elas tamb\u00e9m se acumulam no organismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, confira a seguir o que s\u00e3o micotoxinas, como elas se formam nos gr\u00e3os e como voc\u00ea pode reduzir a contamina\u00e7\u00e3o da silagem e dos gr\u00e3os armazenados na sua fazenda!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cen\u00e1rio mundial<\/h2>\n\n\n\n<p>De acordo com <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/427374\/micotoxinas-importancia-na-alimentacao-e-na-saude-humana-e-animal\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estudos<\/a>, entre <strong>25% a 50% de todas as commodities<\/strong> do setor prim\u00e1rio produzidas no mundo est\u00e3o contaminadas com micotoxinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 diferen\u00e7as significativas nos n\u00edveis de contamina\u00e7\u00e3o quando comparados os dados de pa\u00edses desenvolvidos (como Estados Unidos), em desenvolvimento (como o Brasil), e subdesenvolvidos (pa\u00edses do continente africando, por exemplo).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Isto porque, pa\u00edses desenvolvidos possuem maiores recursos e tecnologias envolvidas na produ\u00e7\u00e3o e armazenamento al\u00e9m de maior poder de compra de produtos de qualidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/?utm_source=boosteragro.com%2Fblog-po&amp;utm_medium=banner&amp;utm_campaign=blog_cta&amp;utm_id=blog&amp;utm_content=downloadapp\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"350\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Banner-Blog-BoosterAGRO-GIF.gif\" alt=\"BoosterAGRO app comparador de previs\u00e3o do tempo\" class=\"wp-image-3044\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Desta forma, no Brasil, por exemplo, os produtos restantes (muitas vezes desclassificados do padr\u00e3o de qualidade exigido), tem por destino o consumo no mercado interno ou a exporta\u00e7\u00e3o para pa\u00edses subdesenvolvidos. <\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto importante \u00e9 que diversos pa\u00edses, principalmente do continente europeu, possuem legisla\u00e7\u00f5es cada vez mais r\u00edgidas sobre limites m\u00e1ximos da presen\u00e7a destes contaminantes nos gr\u00e3os, ligando um alerta para <strong>poss\u00edveis restri\u00e7\u00f5es futuras<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, cada vez mais produtores e profissionais envolvidos na produ\u00e7\u00e3o de alimentos ter\u00e3o de estar atentos ao controle de qualidade, bem como \u00e0s boas pr\u00e1ticas agron\u00f4micas para reduzir ao m\u00e1ximo a contamina\u00e7\u00e3o por fungos produtores de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o as micotoxinas?<\/h2>\n\n\n\n<p>As <strong>micotoxinas<\/strong> ou subst\u00e2ncias toxicog\u00eanicas <strong>s\u00e3o subst\u00e2ncias produzidas por fungos<\/strong> que n\u00e3o s\u00e3o utilizados por eles e n\u00e3o t\u00eam qualquer fun\u00e7\u00e3o no seu metabolismo.<\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o destas micotoxinas acontece depois de alguns fungos alcan\u00e7arem a maturidade em contato com a cultura <strong>ainda em campo ou<\/strong>, posteriormente, <strong>durante o armazenamento<\/strong>. E isso, principalmente quando o armazenamento \u00e9 feito em condi\u00e7\u00f5es de alta umidade e temperatura. <\/p>\n\n\n\n<p>Vale ressaltar que, ao olhar para o gr\u00e3o, o fato de n\u00e3o ver a presen\u00e7a de fungos n\u00e3o garante que essas toxinas n\u00e3o estejam presentes no material.<\/p>\n\n\n\n<p>Isto porque, os fungos podem ter produzido as toxinas e n\u00e3o estarem mais associados aos gr\u00e3os. Ou seja, uma vez produzidas, as<strong> toxinas permanecem nos gr\u00e3os, independentemente da presen\u00e7a do fungo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como as micotoxinas se formam nos gr\u00e3os de milho?<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel classificar os fungos que produzem micotoxinas em dois grupos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Aqueles que infectam as plantas ainda em campo, sendo chamados de <strong>fungos de campo<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Aqueles que infectam os gr\u00e3os durante o armazenamento, chamamos ent\u00e3o de <strong>fungos de armazenamento<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a entre estes dois grupos \u00e9 a necessidade de <strong>condi\u00e7\u00f5es ambientais espec\u00edficas<\/strong> para a sua sobreviv\u00eancia. Por isto, durante o armazenamento boa parte dos fungos de campo diminuem a sua presen\u00e7a nos gr\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 os fungos de armazenamento necessitam de menor umidade para a sua sobreviv\u00eancia, infec\u00e7\u00e3o, coloniza\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o nos gr\u00e3os. Por isso, a sus presen\u00e7a tende a aumentar durante o armazenamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro fator relevante \u00e9 que os fungos de armazenamento est\u00e3o presentes em todos os ambientes, principalmente aqueles com baixo grau de limpeza. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, um fator que contribui para o desenvolvimento destes microrganismos \u00e9 a <strong>colheita dos gr\u00e3os com teor de \u00e1gua (umidade) acima do recomendado<\/strong> e posterior armazenamento em condi\u00e7\u00f5es de temperatura inadequadas, principalmente altas, e em locais sem ventila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/RnHo1IPVNNNgU85cqsmqmUtTiRCIxBaY3M93S_reIBvg124TYTJnJuALqnFk0iRMHDjesDWPyT8xB069EFRrA8uXkWtwwDNpsiaBMnUqLvUDwIaIBKPzWd0PzBaeEbvOBuszxeFu\" alt=\"Esquema da produ\u00e7\u00e3o de micotoxinas em gr\u00e3os \"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esquema da produ\u00e7\u00e3o de micotoxinas em gr\u00e3os (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.impextraco.com\/sites\/default\/files\/elitox_por.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Impextraco<\/a>, 2021)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A <strong>produ\u00e7\u00e3o das micotoxinas<\/strong> ocorre da seguinte forma:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Primeiro, o<strong> pat\u00f3geno (fungo) sobrevive<\/strong> ou nos restos culturais do cultivo anterior (e at\u00e9 mesmo no solo, sementes contaminadas ou em plantas hospedeiras alternativas, como daninhas).<\/li>\n\n\n\n<li>Depois,<strong> infecta a planta<\/strong>, principalmente na fase de enchimento de gr\u00e3os.<\/li>\n\n\n\n<li>Os<strong> fungos se reproduzem<\/strong> nas espigas e, quando atingem a maturidade, produzem as toxinas.<\/li>\n\n\n\n<li>Se os gr\u00e3os v\u00eam do campo com boa qualidade, <strong>podem ser infectados<\/strong> pela presen\u00e7a destes fungos nas <strong>unidades de beneficiamento. <\/strong>Por isto, \u00e9 importante que o teor de \u00e1gua dos gr\u00e3os, bem como a umidade e a temperatura do local de armazenamento sejam monitoradas.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Veja os principais fungos que produzem micotoxinas&nbsp;no milho<\/h2>\n\n\n\n<p>Diversos fungos podem infectar a cultura do milho durante todo o seu ciclo. No entanto, aqueles capazes de produzir <a href=\"http:\/\/www.scielo.org.pe\/scielo.php?pid=S2077-99172019000400013&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=en#tab02\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">micotoxinas<\/a> s\u00e3o os mais preocupantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Isto porque, eles causam danos ao gr\u00e3o e interferem na sua classifica\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, podem afetar a sa\u00fade animal e humana quando consumidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Danos como gr\u00e3os ardidos e mofados reduzem a qualidade e valor nutricional dos gr\u00e3os, al\u00e9m da qualidade dos produtos produzidos a partir destes. <\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, veja a seguir os limites m\u00e1ximos de toler\u00e2ncia expressos em percentual (%) de acordo com <a href=\"http:\/\/sistemasweb.agricultura.gov.br\/sislegis\/action\/detalhaAto.do?method=visualizarAtoPortalMapa&amp;chave=1739574738\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instru\u00e7\u00e3o Normativa<\/a> 60\/2011.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Gr\u00e3os Tipo 1\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Gr\u00e3os avariados ardidos: 1%<\/li>\n\n\n\n<li>Avariados total: 6%<\/li>\n\n\n\n<li>Quebrados: 3%<\/li>\n\n\n\n<li>Mat\u00e9rias estranhas e Impurezas: 1%<\/li>\n\n\n\n<li>Carunchados: 2%<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>Gr\u00e3os Tipo 2\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Avariados ardidos: 2% <\/li>\n\n\n\n<li>Gr\u00e3os avariados total: 10%<\/li>\n\n\n\n<li>Quebrados: 4%<\/li>\n\n\n\n<li>Mat\u00e9rias estranhas e Impurezas: 1,5%<\/li>\n\n\n\n<li>Carunchados: 3%<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>Gr\u00e3os Tipo 3\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Avariados ardidos: 3%<\/li>\n\n\n\n<li>Avariados total: 15%<\/li>\n\n\n\n<li>Gr\u00e3os quebrados: 5%<\/li>\n\n\n\n<li>Mat\u00e9rias estranhas e Impurezas: 2%<\/li>\n\n\n\n<li>Carunchados: 4%<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>Gr\u00e3os fora de tipo\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Avariados ardidos: 5%<\/li>\n\n\n\n<li>Avariados total: 20%<\/li>\n\n\n\n<li>Gr\u00e3os quebrados: maior do que 5%<\/li>\n\n\n\n<li>Mat\u00e9rias estranhas e Impurezas: maior do que 2%<\/li>\n\n\n\n<li>Carunchados: 8%<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/bg4jGwbIyff_JTXvJO-1oxQKiws56nLG9b7PVNBjOiw6I5Wdv8n9U4LtFBHAPcxaHEaAG6bG-S4RdncFvhLc5nWSuhZrijjkti68mUzbhSMAndgoxZJKSOeJiULj-2fLcB1HSUEY\" alt=\"Gr\u00e3os mofados e ardidos \"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gr\u00e3os mofados e ardidos de milho (Fonte: <a href=\"https:\/\/aiba.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Cartilha-Classificacao-de-Graos-Versao-Digital.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Aiba<\/a>, 2015)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fungos que produzem micotoxinas<\/h3>\n\n\n\n<p>Os principais fungos que causam danos em gr\u00e3os de milho s\u00e3o os pertencentes aos g\u00eaneros <em>Fusarium<\/em>, <em>Aspergillus <\/em>e <em>Penicillium.<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/pasted-image-0.png\" alt=\"Milho infectado por diferentes fungos causando gr\u00e3os ardidos e mofados\" class=\"wp-image-2120\" style=\"width:764px;height:300px\" width=\"764\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/pasted-image-0.png 764w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/pasted-image-0-300x118.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 764px) 100vw, 764px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gr\u00e3os de milho infectados com diferentes esp\u00e9cies de fungos causadores de danos do tipo gr\u00e3os ardidos e mofados (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/handle\/doc\/1037807\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Silva et al.<\/a>, (2015)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/4UPkOZoIoSYfIradeYznXhEtBBXCtF41sftZGTHDwKTnbBqdsGtTfyDiK-Niyc2eMVT6t7QCpe2JX9eFqT0zk20BZILT_alMIsvzkTUVRzLLf0_PwTh6ueK8eDD-X-n2LvIDNAYx\" alt=\"Espiga e gr\u00e3os com podrid\u00e3o por fungos produtores de micotoxinas\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Espiga de milho e gr\u00e3os, apresentando podrid\u00e3o por fungos produtores de micotoxinas (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/handle\/doc\/1037807\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Silva et al.<\/a>, 2015)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Fusarium<\/h4>\n\n\n\n<p>Fungo produtor de diversas micotoxinas, sendo as<strong> fumonisinas<\/strong> as principais.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os mais de 16 tipos de fumonisinas descritos, destaca-se a <strong>FB1<\/strong>, produzida em maiores quantidades, principalmente pelo pat\u00f3geno <em>Fusarium verticillioides<\/em>, causador da <strong>podrid\u00e3o das ra\u00edzes<\/strong> (correspondente a 70% do total de todas as fumonisinas encontradas em alimentos).<\/p>\n\n\n\n<p>Outras esp\u00e9cies de Fusarium produzem ainda:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Zearalenona:<\/strong> <em>F. graminearum<\/em>, <em>F. culmorum<\/em>, <em>F. equiseti<\/em> e <em>F. cerealis<\/em>. Todas as esp\u00e9cies de Fusarium citadas infectam cereais, incluindo tomate e banana.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Vale destacar que, temperaturas amenas e condi\u00e7\u00e3o de alta umidade favorecem esse fungo a produ\u00e7\u00e3o das micotoxinas em todos os est\u00e1dios de desenvolvimento da cultura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Desoxinivalenol (DON):&nbsp;<\/strong>conhecida ainda por vomitotoxina ou fator de recusa de alimentos. Isto porque, quando consumida em pequenas quantidades, principalmente por porcos, provoca perda de peso e recusa alimentar. Al\u00e9m disso, as esp\u00e9cies de <em>Fusarium <\/em>que produzem esta micotoxina s\u00e3o: <em>F. graminearum<\/em> e&nbsp; <em>F. culmorum<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Aspergillus<\/h4>\n\n\n\n<p>Pat\u00f3genos deste g\u00eanero s\u00e3o conhecidos pela produ\u00e7\u00e3o das <strong>aflatoxinas<\/strong>, incluindo as B1, B2, G1 e G2.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as esp\u00e9cies de aspergillus associadas a produ\u00e7\u00e3o destas micotoxinas s\u00e3o principalmente: <em>A. flavus<\/em>, <em>A. parasiticus<\/em>, <em>A. nomius<\/em>, <em>A. bombycis<\/em>, <em>A. psudotamarii<\/em>, e <em>A. ochraceoroseus<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Aspergillus flavus<\/em><\/strong> <strong>\u00e9 a esp\u00e9cie mais encontrada em milho<\/strong>, principalmente pela sua capacidade de resistir e crescer em uma ampla faixa de condi\u00e7\u00f5es de umidade e temperatura. Al\u00e9m de estar presente na maioria dos ambientes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E quais s\u00e3o os riscos para a alimenta\u00e7\u00e3o animal? <\/h2>\n\n\n\n<p>As micotoxinas s\u00e3o inevit\u00e1veis na cadeia alimentar humana. Isso porque, a contamina\u00e7\u00e3o pode ocorrer tanto de forma direta, pela ingest\u00e3o do gr\u00e3o <em>in natura<\/em>; como de forma indireta, quando nos alimentamos daquilo que foi produzido a partir do gr\u00e3o de milho, como por exemplo: carnes, ovos, leite, farinhas, dentre outros derivados.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, elas n\u00e3o s\u00e3o eliminadas na industrializa\u00e7\u00e3o e nem pelo metabolismo humano ou animal. Entretanto, \u00e9 poss\u00edvel reduzir bastante a sua concentra\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do beneficiamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, essas micotoxinas se acumulam gradativamente no organismo animal ou humano, podendo causar danos imediatos \u00e0 sa\u00fade ou a longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, confira a seguir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>As principais micotoxinas;<\/li>\n\n\n\n<li>O fungo que a produz;<\/li>\n\n\n\n<li>Quais danos pode provocar em animais e humanos;<\/li>\n\n\n\n<li>E em quais alimentos s\u00e3o mais comuns, al\u00e9m do milho.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/U_bKe4TxmI_KzSkC-tykX0Ql7gIcJu7t4-Qq7uAoPcNV8q3oSxK4PSKQtZ0Bz_GPPVEhNbZBj0aMWXeiITOeYRpCYj79WRUVJ5mfcABdxWkYQZoMJ8T3W5TWeRaBjgP3Xgx0w604\" alt=\"Limites m\u00e1ximos tolerados em milho e derivados produzidos e comercializados no Brasil\" style=\"width:866px;height:539px\" width=\"866\" height=\"539\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Limites m\u00e1ximos tolerados de micotoxinas em milho e derivados no Brasil (Fonte: <a href=\"http:\/\/www.scielo.org.pe\/scielo.php?pid=S2077-99172019000400013&amp;script=sci_arttext\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PRESTES et al.<\/a>, 2019)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Dependendo do tipo de micotoxina, os limites m\u00e1ximos podem ter varia\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, como \u00e9 poss\u00edvel observar nas tabelas acima e abaixo, os limites m\u00e1ximos tolerados podem variar em diferentes pa\u00edses.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/I3Dl7wmuAJUhNbZQqwU7BkLi4pGT62Z7qu3DqnZo_dar9cmFyKR3-pUJeI4Ju2P9giETfMmtSa3clh_ShY73xdBRp8gzW8An9WonXiSXnqjxNYWSGyBehn39iks-oUTDWo7n5lYe\" alt=\"Limites m\u00e1ximos tolerados em milho e derivados produzidos e comercializados nos EUA\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Limites m\u00e1ximos tolerados de micotoxinas em milho e derivados produzidos e comercializados nos Estados Unidos da Am\u00e9rica (Fonte: PRESTES et al., 2019) <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/a0O08Za2ASVk4QWnr0V8gRS04fNr_KGyaN83EPVcnkc5yEt8AD5u4dWRTOFtyB4FBeXX03rdemmLMC5FyurDuLZ_pAu0zPqlFf8exra6ISWtsCQcqaXi4l2YaxC5hqPTrnH5rOYl\" alt=\"Limites m\u00e1ximos tolerados em milho e derivados produzidos e comercializados na Uni\u00e3o Europeia \"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Limites m\u00e1ximos tolerados de micotoxinas em milho e derivados produzidos e comercializados na Uni\u00e3o Europeia (Fonte: PRESTES et al., 2019)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Boas pr\u00e1ticas para evitar a forma\u00e7\u00e3o de micotoxinas em gr\u00e3os de milho armazenados<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel eliminar os fungos atrav\u00e9s de um tratamento fitossanit\u00e1rio ou, ent\u00e3o, nas fases de beneficiamento. Al\u00e9m disso, a elimina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m acontece se as condi\u00e7\u00f5es ambientais forem desfavor\u00e1veis para sua sobreviv\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Campo<\/strong>: aten\u00e7\u00e3o para o <strong>controle de doen\u00e7as<\/strong>, em todos os est\u00e1dios de desenvolvimento da cultura, principalmente na fase de <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/cta\/a\/7zXKRSQvQRQktXwjJJw8FBQ\/abstract\/?lang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">gr\u00e3o farin\u00e1ceo<\/a> (devido \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.agencia.cnptia.embrapa.br\/gestor\/territorio_sisal\/arvore\/CONT000feu2ddrf02wx5eo0f84k0cl4o58i3.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">acumula\u00e7\u00e3o do amido<\/a>, acima da linha \u00e9 duro e abaixo \u00e9 macio).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/utVofN4HCKVfTv5P7rpXOjmFG48PQojQCkoj9dKvhgpjA6V42HcwePpNSyW17hhvFlJNjccihNSszUy4I5EpcUMXhuLAKAnLcHZSUUwBiqrk3Xv7XtWilxIE9WN1ItWlYmTNQdnh\" alt=\"Representa\u00e7\u00e3o dos diferentes est\u00e1dios de gr\u00e3os em espiga\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Representa\u00e7\u00e3o dos diferentes est\u00e1dios de gr\u00e3os de milho em espiga. O gr\u00e3o farin\u00e1ceo corresponde ao <a href=\"https:\/\/www.agencia.cnptia.embrapa.br\/gestor\/territorio_sisal\/arvore\/CONT000feu2ddrf02wx5eo0f84k0cl4o58i3.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">est\u00e1dio R5<\/a> (Fonte: <a href=\"https:\/\/www.edcentaurus.com.br\/ag\/edicao\/194\/materia\/7522\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Erick Henrique<\/a>, 2016)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/7cWFF5vCvh_lJn-RkNzz0j00BLY7KSzRA5ntYmneTXi2fjGndkwBmLf7L5We1hx1Yh-KuCKZdxlpBTYh2MtHLVi5wMVeVmE7IJrTH1xBJj6LKILAASOF-gQSBAND9aEVxBovHePM\" alt=\"Gr\u00e3os totalmente farin\u00e1ceos\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gr\u00e3os de milho totalmente farin\u00e1ceos (Fonte: <a href=\"https:\/\/aiba.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Cartilha-Classificacao-de-Graos-Versao-Digital.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Aiba<\/a>, 2015)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Colheita<\/strong>: em caso de n\u00e3o haver um local para secagem, \u00e9 preciso realizar a colheita quando os gr\u00e3os estiverem com <a href=\"http:\/\/www.cnpms.embrapa.br\/perguntas\/colheita2.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">14% de umidade<\/a> (teor de \u00e1gua). Al\u00e9m disso, para evitar perdas no campo, havendo disponibilidade de locais para secagem, \u00e9 poss\u00edvel realizar a colheita com no <strong>m\u00e1ximo 23%<\/strong> de umidade, sendo o valor <strong>\u00f3timo de 18% a 22%<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pr\u00e9-limpeza e limpeza<\/strong>: elimina\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os quebrados e deteriorados que possam estar contaminados, principalmente em peneiras, desta forma \u00e9 poss\u00edvel reduzir a concentra\u00e7\u00e3o de micotoxinas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Secagem <\/strong>em secador ou ventila\u00e7\u00e3o for\u00e7ada: \u00e9 necess\u00e1rio, dependendo do teor de \u00e1gua que os gr\u00e3os foram colhidos, para a manuten\u00e7\u00e3o de baixos teores de \u00e1gua durante o armazenamento. Al\u00e9m disso, a temperatura m\u00e1xima do ar de secagem deve ser de 60\u00baC para gr\u00e3os de consumo e 40\u00baC para semente;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Armazenados <\/strong>em condi\u00e7\u00f5es ideais: deve ser feito com teor de \u00e1gua adequado (ap\u00f3s a secagem deve ser de<strong> 11% para armazenamento de at\u00e9 1 ano<\/strong> e <strong>9-10% para armazenamento de at\u00e9 5 anos<\/strong>), em temperatura e local seco, podendo ser em silos a granel ou <em>bags<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Por fim, deve ser realizado o monitoramento constante da temperatura da massa de gr\u00e3os e teor de \u00e1gua, assim como controle de pragas e doen\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Em resumo, a presen\u00e7a de micotoxinas em gr\u00e3os de milho \u00e9 <strong>danosa tanto a sa\u00fade animal <\/strong>quanto&nbsp;\u00e0 <strong>sa\u00fade humana<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, o <strong>controle dos pat\u00f3genos<\/strong> produtores de micotoxinas deve ser realizado em<strong> todas as etapas de produ\u00e7\u00e3o da cultura<\/strong>, ou seja, do campo \u00e0 p\u00f3s-colheita.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as<strong> legisla\u00e7\u00f5es<\/strong>, tanto nacionais, quanto internacionais, <strong>tendem a ser cada vez mais r\u00edgidas<\/strong> quanto aos limites m\u00e1ximos permitidos destes contaminantes. Assim, produtores e profissionais do agro devem ter cada vez mais um papel fundamental na redu\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de micotoxinas em gr\u00e3os de milho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/pt\/monitoramento-climatico-v1\/?utm_source=agrosmart.com.br&amp;utm_medium=banner&amp;utm_campaign=blog_cta&amp;utm_id=blog&amp;utm_content=sensores\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"350\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Banners-Blog-BoosterPROMonitoramento-Climatico-04-1.webp\" alt=\"BoosterPRO - monitoramento clim\u00e1tico - esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica, pluvi\u00f4metro digital, sensor de umidade do solo\" class=\"wp-image-3060\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Banners-Blog-BoosterPROMonitoramento-Climatico-04-1.webp 1000w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Banners-Blog-BoosterPROMonitoramento-Climatico-04-1-300x105.webp 300w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Banners-Blog-BoosterPROMonitoramento-Climatico-04-1-768x269.webp 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Leia tamb\u00e9m: &#8220;<a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/colheita-do-milho-veja-quais-sao-os-cuidados-para-a-melhor-conservacao-dos-graos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Colheita do milho: veja quais s\u00e3o os cuidados para a melhor conserva\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os<\/a>&#8220;<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda como s\u00e3o produzidas as micotoxinas no milho e saiba quais s\u00e3o as boas pr\u00e1ticas para evitar a contamina\u00e7\u00e3o dos alimentos do campo \u00e0 p\u00f3s-colheita O milho \u00e9 um gr\u00e3o indispens\u00e1vel na dieta humana e em diversos produtos industrializados e consumidos diariamente, al\u00e9m de estar presente na dieta animal, principalmente em ra\u00e7\u00f5es. 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