{"id":2340,"date":"2022-05-04T12:11:07","date_gmt":"2022-05-04T15:11:07","guid":{"rendered":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/?p=2340"},"modified":"2022-07-12T12:04:16","modified_gmt":"2022-07-12T15:04:16","slug":"mip-manejo-integrado-de-pragas-milho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/mip-manejo-integrado-de-pragas-milho\/","title":{"rendered":"Manejo Integrado de Pragas (MIP): como realizar nas lavouras de milho?"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Entenda o que \u00e9 o Manejo Integrado de Pragas, quais os seus m\u00e9todos de controle e como realiz\u00e1-lo em lavouras de milho Bt.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diversas <a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/pragas-do-milho-as-7-mais-comuns-no-inicio-do-ciclo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pragas<\/a> podem ocorrer na cultura do milho, causando redu\u00e7\u00f5es significativas da produtividade e custos elevados de controle.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com uma pesquisa do Centro e Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (CEPEA, ESALQ\/USP), por exemplo, o <a href=\"http:\/\/www.cepea.esalq.usp.br\/upload\/kceditor\/files\/Cepea_EstudoPragaseDoencas_Parte%202(1).pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">n\u00e3o controle da Lagarta Spodoptera<\/a> &nbsp;reduz a produtividade nacional da cultura do milho em 40%, impactando em aumento do pre\u00e7o do cereal em at\u00e9 13,6% para o consumidor final.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, o n\u00e3o controle do percevejo e da <a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/como-controlar-a-cigarrinha-do-milho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">cigarrinha-do-milho<\/a> podem reduzir a produ\u00e7\u00e3o em <a href=\"http:\/\/www.cepea.esalq.usp.br\/upload\/kceditor\/files\/Cepea_EstudoPragaseDoencas_Parte%202(1).pdf\">17,9%<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.cepea.esalq.usp.br\/upload\/kceditor\/files\/Cepea_EstudoPragaseDoencas_Parte%202(1).pdf\">6,6%<\/a> respectivamente. E, como o milho \u00e9 utilizado na produ\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00f5es para alimenta\u00e7\u00e3o animal, essa redu\u00e7\u00e3o de oferta ainda \u00e9 capaz de elevar os pre\u00e7os do leite em at\u00e9 4,4% para o consumidor final.<\/p>\n\n\n\n<p>Para diminuir os preju\u00edzos \u2013 tanto relacionados \u00e0 produtividade, quanto ao custo de controle \u2013 que <a href=\"https:\/\/www.cepea.esalq.usp.br\/upload\/kceditor\/files\/Cepea_Custos_Gr%C3%A3os_Set21.doc\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pressionam a margem l\u00edquida dos agricultores<\/a>, \u00e9 fundamental realizar o monitoramento das pragas nas \u00e1reas de cultivo e utilizar diferentes m\u00e9todos de controle de forma conjunta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, a seguir, entenda o que \u00e9 o manejo integrado de pragas (MIP) e como utiliz\u00e1-lo no controle de pragas da cultura do milho na sua lavoura!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o Manejo Integrado de Pragas (MIP)?<\/h2>\n\n\n\n<p>Podemos definir o Manejo Integrado de Pragas (MIP) como o <strong>uso de diferentes m\u00e9todos <\/strong>de controle de forma conjunta, com o objetivo de assegurar o equil\u00edbrio dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o de forma economicamente vi\u00e1vel e socialmente aceita.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o eixo central do MIP \u00e9 o <strong>monitoramento das pragas<\/strong> que ocorrem na cultura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, para o MIP \u00e9 fundamental o conhecimento sobre:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>quais s\u00e3o as pragas prim\u00e1rias;<\/li><li>as pragas secund\u00e1rias;<\/li><li>quais s\u00e3o os inimigos naturais destas pragas e que ocorrem na \u00e1rea de cultivo;<\/li><li>e quais produtos seletivos podem ser utilizados no controle, visando manter a popula\u00e7\u00e3o de insetos ben\u00e9ficos \u00e0 cultura ao mesmos tempo em que a popula\u00e7\u00e3o de pragas \u00e9 controlada.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Dessa forma, os m\u00e9todos de controle praticados no MIP incluem os controles: cultural, gen\u00e9tico, biol\u00f3gico, qu\u00edmico, comportamental e varietal.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/BpCmr9FPEogVa-3RLgSlQpEkuZKqsiYdVdMbUyq9H4L64dEc4cmw_0I-J4bQMOtPkAWJ1p7lfi03iQo69HZbo1_5b4XreYKUTxaLwKxf-7ZmmsTw46X7ji3x2sM91ygjLjDnbMMp\" alt=\"M\u00e9todos de manejo que fazem parte do MIP \"\/><figcaption>M\u00e9todos de manejo que fazem parte do MIP (Fonte: <a href=\"http:\/\/www.cnpso.embrapa.br\/caravana\/pdfs\/modulo2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EMBRAPA<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Veja a seguir sobre cada um dos m\u00e9todos de controle utilizados no MIP nas lavouras de milho!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">M\u00e9todos de controle aplicados ao Manejo Integrado de Pragas (MIP) nas lavouras de milho<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Controle cultural <\/h3>\n\n\n\n<p>No controle cultural, \u00e9 poss\u00edvel utilizar diferentes estrat\u00e9gias para auxiliar no controle das pragas, reduzindo assim a sua popula\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de cultivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as principais estrat\u00e9gias est\u00e3o, por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A <strong>rota\u00e7\u00e3o de culturas<\/strong>, que tem como ponto de partida o cultivo de culturas que n\u00e3o s\u00e3o hospedeiras das pragas, o que ajuda a reduzir a sua capacidade de sobreviv\u00eancia e reprodu\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de cultivo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O <strong>ref\u00fagio<\/strong>, que \u00e9 indispens\u00e1vel em cultivos Bt, para que n\u00e3o ocorra a sele\u00e7\u00e3o de pragas resistentes, o que poderia levar \u00e0 inefici\u00eancia de controle.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O <strong>cuidado com a \u00e9poca de semeadura<\/strong>, bem como os <strong>cuidados com o manejo<\/strong>, que envolvem: aduba\u00e7\u00e3o equilibrada; preparo de solo adequado; e elimina\u00e7\u00e3o de plantas daninhas hospedeiras (desseca\u00e7\u00e3o) na entressafra.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Controle gen\u00e9tico<\/h3>\n\n\n\n<p>No controle gen\u00e9tico, s\u00e3o utilizadas cultivares que possuem resist\u00eancia ou toler\u00e2ncia \u00e0s pragas de ocorr\u00eancia da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Como \u00e9 o <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/handle\/doc\/660144\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">caso do milho Bt<\/a>, que \u00e9 resistente a lepid\u00f3pteros-praga do milho, como <em>Spodoptera frugiperda<\/em>, <em>Helicoverpa zea<\/em>, <em>Diatraea scaccharalis<\/em> e <em>Elasmopalpus lignosellus<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Controle biol\u00f3gico<\/h3>\n\n\n\n<p>O controle biol\u00f3gico no MIP consiste na <strong>aplica\u00e7\u00e3o de microrganismos no controle de pragas<\/strong>, com destaque para:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>os fungos <em>Metarhizium anisopliae<\/em> e <em>Beauveria bassiana<\/em>; <\/li><li>as <strong>bact\u00e9rias<\/strong> do g\u00eanero <em>Bacillus <\/em>sp. como <em>Bacillus thuringiensis<\/em>; <\/li><li>e <strong>v\u00edrus <\/strong>como diferentes esp\u00e9cies de Baculov\u00edrus.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Para o controle das pragas do milho \u00e9 importante verificar se o microrganismo selecionado para o controle \u00e9 capaz de exercer o controle sobre as pragas alvo de ocorr\u00eancia na lavoura de cultivo, uma vez que por exemplo, <strong>uma mesma esp\u00e9cie<\/strong> de <em>Bacillus, <\/em>como <em>Bacillus thuringiensis, <\/em><strong>a depender do fabricante<\/strong>, pode <strong>controlar diferentes esp\u00e9cies de pragas<\/strong> (e n\u00e3o as mesmas necessariamente).<\/p>\n\n\n\n<p>No caso dos baculov\u00edrus a mesma recomenda\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m vale, pois eles s\u00e3o espec\u00edficos para determinadas pragas. Assim, \u00e9 indispens\u00e1vel a verifica\u00e7\u00e3o da bula e recomenda\u00e7\u00f5es de pragas alvo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Controle qu\u00edmico<\/h3>\n\n\n\n<p>No controle qu\u00edmico s\u00e3o usados <strong>inseticidas qu\u00edmicos<\/strong> que podem ser aplicados no <strong>tratamento de sementes<\/strong> ou <strong>diferentes est\u00e1dios de desenvolvimento da cultura<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>No controle qu\u00edmico \u00e9 indispens\u00e1vel utilizar <strong>produtos seletivos aos inimigos naturais<\/strong> (ou seja, que n\u00e3o os matem), evitando assim o aumento na popula\u00e7\u00e3o de pragas secund\u00e1rias que s\u00e3o controladas por eles.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as pragas do milho s\u00e3o amplamente controladas com a <strong>jun\u00e7\u00e3o do controle biol\u00f3gico e qu\u00edmico<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Sendo assim, \u00e9 importante o uso de produtos que tenham <strong>compatibilidade<\/strong> e de<strong> menor impacto poss\u00edvel<\/strong> aos microrganismos ben\u00e9ficos.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, os <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/125260\/1\/circ-208.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">inseticidas fisiol\u00f3gicos<\/a>, ou seja, que atuam sobre a fisiologia dos insetos, s\u00e3o os mais empregados no controle qu\u00edmico. No <a href=\"https:\/\/agrofit.agricultura.gov.br\/agrofit_cons\/principal_agrofit_cons\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AGROFIT<\/a>, \u00e9 poss\u00edvel encontrar todos os produtos recomendados de acordo com as pragas alvo que se busca controlar.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto importante do controle qu\u00edmico \u00e9 a<strong> rota\u00e7\u00e3o de inseticidas<\/strong> (ou seja, o uso de modos de a\u00e7\u00e3o e grupos qu\u00edmicos diferentes) para <strong>evitar a sele\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos resistentes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, consulte sempre um agr\u00f4nomo para a melhor recomenda\u00e7\u00e3o de uso para as condi\u00e7\u00f5es da sua lavoura!<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Controle comportamental<\/h3>\n\n\n\n<p>No MIP, o controle comportamental \u00e9 mediado, principalmente, pela modifica\u00e7\u00e3o do comportamento dos insetos-praga pelo uso de algum produto ou atrav\u00e9s da libera\u00e7\u00e3o de outros insetos na \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem, por exemplo, algumas formas de controle comportamental como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>a libera\u00e7\u00e3o de machos est\u00e9reis na \u00e1rea;<\/li><li>o uso de semioqu\u00edmicos capazes de interromper o acasalamento;<\/li><li>e a tecnologia \u201catrai e mata\u201d, que s\u00e3o produtos que atraem as pragas e causam sua morte.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Monitoramento e o N\u00edvel de Dano Econ\u00f4mico (NDE) no Manejo Integrado de Pragas<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>monitoramento<\/strong> <strong>\u00e9 base do MIP<\/strong> e, por isso, \u00e9 necess\u00e1ria a sua realiza\u00e7\u00e3o com frequ\u00eancia, durante todo o cultivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, \u00e9 poss\u00edvel utilizar diferentes ferramentas, mas sempre com o <strong>objetivo de identificar e quantificar a popula\u00e7\u00e3o de pragas presentes na lavoura, <\/strong>para assim, realizar o controle sempre antes que as pragas causem dano econ\u00f4mico \u00e0 cultura.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Monitorando as pragas<\/h3>\n\n\n\n<p>Para monitorar a popula\u00e7\u00e3o de pragas na lavoura, \u00e9 poss\u00edvel adotar algumas estrat\u00e9gias como, por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O uso de <strong>armadilhas luminosas<\/strong>, de diferentes colora\u00e7\u00f5es, dependendo da praga monitorada;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Armadilhas de ferom\u00f4nio<\/strong> sexual;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Inspe\u00e7\u00e3o de plantas quanto a presen\u00e7a de ovos, lagartas e inj\u00farias (danos), observando atentamente o ter\u00e7o apical (parte superior da planta), o ter\u00e7o mediano e inferior (base), bem como analisando folhas, flores e frutos.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Calculando o n\u00edvel de dano econ\u00f4mico da praga<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de monitorar \u00e9 importante observar a rela\u00e7\u00e3o entre:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em> Custo de Controle da Praga X Benef\u00edcio do Controle<\/em><\/strong><em> (levando em conta a popula\u00e7\u00e3o da praga na lavoura)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, de forma pr\u00e1tica, o NDE leva em considera\u00e7\u00e3o o pre\u00e7o de comercializa\u00e7\u00e3o da cultura e o custo do controle da praga. Assim, \u00e9 poss\u00edvel calcul\u00e1-lo pela seguinte f\u00f3rmula:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>NDE (%) = Custo de controle \/ Valor da produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Em que,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>NDE (%): medido em porcentagem, o N\u00edvel de Dano Econ\u00f4mico \u00e9 a densidade populacional da praga que causa preju\u00edzos \u00e0 cultura iguais ao custo de ado\u00e7\u00e3o de medidas de controle.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>C: Custo do controle da praga por unidade de produ\u00e7\u00e3o (ou seja, R$\/ha)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>V: Valor da produ\u00e7\u00e3o por unidade de produ\u00e7\u00e3o (R$\/Kg)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Por exemplo<\/span><\/strong>: levando em considera\u00e7\u00e3o que, a saca de 60 kg de milho seja comercializada a um pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 90, e a produtividade m\u00e9dia da lavoura seja de 70 sc\/ha (sacas por hectare), o valor de produ\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de R$ 6300 por hectare. Ou seja:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Valor de produ\u00e7\u00e3o = produtividade m\u00e9dia da lavoura (sc\/ha) X pre\u00e7o m\u00e9dio da saca (R$\/sc)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Valor de produ\u00e7\u00e3o = 70 sc\/ha X R$90\/sc<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Valor de produ\u00e7\u00e3o = R$ 6300\/ha<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>E, se que o custo de controle para uma determinada praga for de R$70\/ha.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, como <strong>NDE (%) =<\/strong> C\/V, temos que<\/p>\n\n\n\n<p>NDE (%) = (R$ 70\/ha) \/ (R$ 6300\/ha)<\/p>\n\n\n\n<p>NDE = 70\/6300 = 0,011 x 100 = 1,1%&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o ideal seria realizar o controle quando houvesse a detec\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o da praga em 1,1%.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, \u00e9 recomend\u00e1vel realizar o controle antes que a praga atinja o NDE, devido ao tempo necess\u00e1rio para o planejamento da aplica\u00e7\u00e3o e a sua efetiva realiza\u00e7\u00e3o \u2013 compra de inseticidas, ou disponibilidade de m\u00e1quinas e operadores.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"767\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pasted-image-0-767x1024.png\" alt=\"MIP e o Impacto do n\u00e3o controle de pragas na cultura do milho e na eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os ao consumidor final  \" class=\"wp-image-2378\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pasted-image-0-767x1024.png 767w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pasted-image-0-225x300.png 225w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pasted-image-0-768x1026.png 768w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pasted-image-0.png 778w\" sizes=\"auto, (max-width: 767px) 100vw, 767px\" \/><figcaption>Impacto do n\u00e3o controle de pragas na cultura do milho e na eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os ao consumidor final (Fonte: <a href=\"http:\/\/www.cepea.esalq.usp.br\/upload\/kceditor\/files\/Cepea_EstudoPragaseDoencas_Parte%202(1).pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CEPEA\/ESALQ<\/a>, 2019)&nbsp;<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais pragas das lavouras de milho e o Manejo Integrado de Pragas (MIP)<\/h2>\n\n\n\n<p>In\u00fameras pragas podem atacar a cultura do milho ao longo de seu ciclo e tem o potencial para danificar folhas, colmos, espigas, pend\u00e3o e o sistema radicular.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, estas pragas podem impactar em diferentes componentes de produtividade, como a popula\u00e7\u00e3o de plantas da \u00e1rea \u2013 quando afetam ra\u00edzes e as pl\u00e2ntulas (pragas subterr\u00e2neas) \u2013 podendo levar a redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de espigas por planta.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, quando as pragas reduzem a \u00e1rea foliar do milho, elas afetam a capacidade da planta de realizar fotoss\u00edntese e, por consequ\u00eancia, interferem no enchimento de gr\u00e3os.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Elas ainda podem consumir os gr\u00e3os em forma\u00e7\u00e3o e em fase de enchimento, reduzindo assim o n\u00famero de gr\u00e3os produzidos por espiga e a produtividade final da cultura.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/boosteragro.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png\" alt=\"Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura\" class=\"wp-image-2547\" width=\"815\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1.png 600w, https:\/\/boosteragro.com\/blog-po\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Banner-BoosterAgro-App-Download-NewsletterBanner-1-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px\" \/><\/a><figcaption>Baixe o app da BoosterAgro e monitore as condi\u00e7\u00f5es do tempo na sua lavoura<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Diante disso, as pragas da cultura do milho podem ser classificadas de acordo com:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>o seu potencial de dano, sendo divididas em &#8220;prim\u00e1rias&#8221; e &#8220;secund\u00e1rias&#8221;;<\/li><li>ou ainda, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 fase em que afetam a cultura, sendo classificadas como pragas na fase inicial at\u00e9 a fase de espiga.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>No entanto, de nada adianta sabermos quais os m\u00e9todos de controle que podem ser empregados no MIP se n\u00e3o soubermos identificar as pragas e seus inimigos naturais de forma adequada.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, confira a seguir as principais pragas prim\u00e1rias, secund\u00e1rias e seus inimigos naturais que podem estar presentes na sua lavoura.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">1. Pragas prim\u00e1rias<\/h3>\n\n\n\n<p>As pragas prim\u00e1rias causam grandes danos econ\u00f4micos \u00e0 cultura, mesmo em pequenas popula\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma caracter\u00edstica importante destas pragas \u00e9 a a capacidade de causar danos em diferentes esp\u00e9cies de plantas hospedeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, as principais pragas prim\u00e1rias incluem:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Lagarta-do-cartucho ou lagarta-militar&nbsp; (<em>Spodoptera frugiperda);<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Lagarta-da-espiga (<em>Helicoverpa zea);<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Lagarta-do-velho-mundo \u2013 <em>(Helicoverpa armigera);<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Broca da cana-de-a\u00e7\u00facar (<em>Diatraea saccharalis);<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Broca-do-colo (lagarta elasmo &#8211; <em>Elasmopalpus lignosellus<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Lagarta-rosca (<em>Agrotis ipsilon<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Lagarta-do-trigo (<em>Pseudaletia sequax<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Pulg\u00e3o-do-milho (<em>Rhopalosiphum maidis);<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Cigarrinha-do-milho (<em>Dalbulus maidis<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Percevejo-barriga-verde (<em>Dichelops furcatus<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Percevejo-barriga-verde (<em>Dichelops melacanthus<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Percevejo-marrom (<em>Euchistus heros);<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Percevejo-do-molho ou percevejo bombachudo (<em>Leptoglossus zonatus<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Larva-alfinete (<em>Diabrotica speciosa<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">2. Pragas secund\u00e1rias e ocasionais<\/h3>\n\n\n\n<p>As pragas secund\u00e1rias e ocasionais s\u00e3o aquelas que causam danos menos expressivos \u00e0 cultura (quando s\u00e3o secund\u00e1rias) e que ocorrem esporadicamente, ou seja, de vez em quando.<\/p>\n\n\n\n<p>Elas podem causar a queda de pl\u00e2ntulas (pelo corte), bem como consumir a folha cotiledonar, o que reduz o estande e a produtividade das lavouras.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as principais pragas secund\u00e1rias e ocasionais est\u00e3o, por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Fases iniciais de desenvolvimento<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Cor\u00f3s (Coleoptera: Melolonthidae);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Larva-angor\u00e1 (<em>Astylus variegatus<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Larva-arame ou vaga-lume (Coleoptera: Elateridae);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Broca-do-azev\u00e9m (<em>Listronotus bonariensis<\/em>);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Percevejo-castanho (<em>Scaptocoris<\/em> spp.);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Cochonilha-da-raiz (<em>Planococcus<\/em> sp.);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Cigarrinhas-das-pastagens<strong>:<\/strong> principais esp\u00e9cies <em>Mahanarva frimbiolata<\/em>, <em>Mahanarva tristis<\/em>, <em>Deois flavopicta<\/em> e <em>Deois flexuosa <\/em>(todas Hemiptera: Cercopidae).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Trips (<em>Frankliniella williamsi<\/em>)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>\u00c1caros tetraniqu\u00eddeos<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Curuquer\u00ea-dos-capinzais (<em>Mocis latipes<\/em>)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Mosca da espiga (<em>Euxesta <\/em>sp.)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Cupins, formigas-cortadeiras, lesmas e carac\u00f3is.<\/li><\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/e7f7M_SFQeLdSLH6_tHGiF4j0nX74Um_CM4R_EJ7fqbDgkjqGRfnXR1aWhnYKsjAy4ZULrDZBOszsvB0kHz-9gdtDP3UjFGY1MHw9hKhNzdGI36fWgFJUCKzZuevW6XPfNxMb8YS\" alt=\"MIP e as principais pragas secund\u00e1rias e ocasionais da cultura do milho\"\/><figcaption>Principais pragas secund\u00e1rias e ocasionais da cultura do milho (Fonte: <a href=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/ciram_arquivos\/agroconnect\/boletins\/BT_PragasDoencasMilho.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">WORDELL FILHO et al., 2016<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Principais inimigos naturais<\/h3>\n\n\n\n<p>Veja abaixo, quais s\u00e3o os principais inimigos naturais das pragas citadas acima.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Moscas<\/strong> das fam\u00edlias Tachinidae e Sarcophagidae e himen\u00f3pteros de diversas fam\u00edlias (Braconidae e Ichneumonidae): s\u00e3o importantes parasitoides de ovos, larvas e pupas de lagartas do milho.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Vespas<\/strong> da fam\u00edlia Trichogrammatidae: s\u00e3o parasitoides de ovos de Lepidoptera.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Nematoides entomof\u00edlicos<\/strong> (<em>Hexamermis <\/em>sp. por exemplo): parasitam lagartas do g\u00eanero Spdoptera, como <em>S. frugiperda.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Outros inimigos naturais importantes: <\/strong>joaninhas, tesourinhas, verme parasitoide, fungos entomopatog\u00eanicos (utilizados no controle de insetos).<\/li><\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/rI1fOHqBNhFuqK9EGM2bd9th4ierkwiRVeo0IrYlnu9lhe0eJF_e5f1QnJlcUCFjwq5GL0tBybDCdWyJJ0fIpeQEEKiOzm-KbS-ooa027At2J7TnoouRjZF-WNvuqBuJ4R0ZgtSw\" alt=\"MIP e os principais inimigos naturais de pragas da cultura do milho\"\/><figcaption>Principais inimigos naturais de pragas da cultura do milho (Fonte: <a href=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/ciram_arquivos\/agroconnect\/boletins\/BT_PragasDoencasMilho.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">WORDELL FILHO et al., 2016<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como realizar o Manejo Integrado de Pragas (MIP) em lavouras de milho Bt<\/h2>\n\n\n\n<p>Para lavouras com milho de tecnologia (Bt), \u00e9 indispens\u00e1vel implantar ref\u00fagios na \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, os ref\u00fagios s\u00e3o \u00e1reas com cultivares suscet\u00edveis \u00e0 praga, com o objetivo de monitorar a sua ocorr\u00eancia e quantific\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, esta medida (al\u00e9m de outras), s\u00e3o fundamentais para evitar a resist\u00eancia das pragas \u00e0 tecnologia Bt, o que poderia resultar em inefici\u00eancia no controle e, por consequ\u00eancia, redu\u00e7\u00e3o da produtividade da lavoura e aumento dos custos de controle da praga.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, veja, abaixo algumas recomenda\u00e7\u00f5es para a semeadura da \u00e1rea de ref\u00fagio:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Para a cultura do milho, recomenda-se que 10% da \u00e1rea devam ser cultivadas com h\u00edbridos ou variedades n\u00e3o Bt, ou seja, suscet\u00edveis.&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Esta recomenda\u00e7\u00e3o pode variar em fun\u00e7\u00e3o do tamanho da \u00e1rea e das recomenda\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para a tecnologia adotada (sempre confira as indica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas).<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O ref\u00fagio deve ser <strong>semeado na mesma \u00e9poca<\/strong> do restante da \u00e1rea e com uso de h\u00edbrido ou variedade de ciclo o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel da tecnologia Bt utilizada na \u00e1rea;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A <strong>dist\u00e2ncia m\u00e1xima<\/strong> entre o ref\u00fagio (plantas que n\u00e3o s\u00e3o Bt) e a cultura com tecnologia Bt n\u00e3o deve ultrapassar <strong>800 metros<\/strong>;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Para aumentar a efici\u00eancia do ref\u00fagio, podem ser semeadas faixas de ref\u00fagio ao longo da lavoura;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A \u00e1rea Bt e n\u00e3o Bt deve ser <strong>manejada da mesma forma<\/strong>;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Sementes Bt e n\u00e3o Bt <strong>n\u00e3o devem ser misturadas<\/strong>;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>N\u00e3o \u00e9 recomendado o uso de inseticidas \u00e0 base de Bt nas \u00e1reas de ref\u00fagio;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>\u00c9 importante realizar um bom monitoramento com a amostragem correta para tomada de decis\u00e3o acerca do controle adicional a ser utilizado, seguindo o sistema de janelas&nbsp;\u2013 assim, evita-se que as gera\u00e7\u00f5es seguintes dos insetos sejam expostas ao mesmo modo de a\u00e7\u00e3o, o que diminui o risco de desenvolvimento de resist\u00eancia \u2013 sendo cada janela com dura\u00e7\u00e3o aproximada de 30 dias.<\/li><\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/Xh929BDKz87Oi_6l7tuZ2ywDuhnEpdIGpTv-cxU3FjQW1rWmfxMcpLy3Oc2vMpuDacJAPC2snUpiCu17LndHSE1n4ba5HoGH9BTISIEobx8ToPaTacJGpyec3S0lmhRBQTcLnUGD\" alt=\"MIP e as op\u00e7\u00f5es de configura\u00e7\u00e3o do ref\u00fagio em \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o de milho Bt\n\"\/><figcaption>Op\u00e7\u00f5es de configura\u00e7\u00e3o do ref\u00fagio em \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o de milho Bt<br>(Fonte: <a href=\"http:\/\/www.aenda.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/anexo-cir1274-manual_promip_manejo-da-resistencia-de-insetos-a-plantas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BERNARDI et al<\/a>., 2016)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A rela\u00e7\u00e3o entre amostragem e tomada de decis\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>No caso da <strong>lagarta-do-cartucho, <\/strong>considerada a principal praga-alvo da tecnologia Bt, no manejo milho Bt \u00e9 importante:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Avaliar semanalmente, 20 plantas dispostas em sequ\u00eancia em no m\u00ednimo 5 pontos da lavoura, totalizando 100 plantas avaliadas.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Utilizar na avalia\u00e7\u00e3o uma escala visual de danos que vai de 0 a 9, onde 0 corresponde a nenhum dano e 9 ao dano m\u00e1ximo. A escala utilizada \u00e9 conhecida como Escala de Davis.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Saber que o n\u00edvel de a\u00e7\u00e3o, ou seja, controle, \u00e9 realizado quando 20% das plantas localizadas no ref\u00fagio (n\u00e3o Bt) apresentarem dano superior ou igual a 3 (o qual corresponde a pequenas les\u00f5es circulares e alongadas de tamanho de at\u00e9 1,3 cm de comprimento nas folhas do cartucho).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Realizar, at\u00e9 30 dias ap\u00f3s a emerg\u00eancia, o controle quando 20% das plantas est\u00e3o infestadas;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Controlar, dos 30 aos 60 dias quando houver 10% das plantas infestadas;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Realizar o controle se, no caso do uso de armadilhas, houver a capturada de 3 mariposas em m\u00e9dia.<\/li><\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/spYsXBpgdtTe2wdujyAulpNZFkMI_q5wSaOpRW2vVUJ8EuAUGGQUEbyJgFlxrNTAlxXEJr37F9EMRIBI4prLDCs-zzXlzF5Ke5faZ2WWqRgN4p6c5-iwudPuq1WmGDE-2QxZ4qf1\" alt=\"MIP e a Escala de Davis para avalia\u00e7\u00e3o de dano causado pela lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda do milho\"\/><figcaption>Escala de Davis para avalia\u00e7\u00e3o de dano causado pela lagarta-do-cartucho <em>Spodoptera frugiperda <\/em>do milho. Notas de 0 (sem dano) a 9 (cartucho completamente destru\u00eddo).<br>Fonte: adaptado de DAVIS et al., (1992). In: <a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/bitstream\/doc\/1042147\/1\/cot165.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TEODORO et al., 2015<\/a>.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>J\u00e1 no caso da <strong>cigarrinha do milho, <\/strong>no manejo milho Bt \u00e9 importante:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Monitorar, principalmente, o cartucho das plantas;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Que o controle seja baseado no conhecimento do hist\u00f3rico da \u00e1rea (presen\u00e7a do inseto em outros cultivos), e em medidas preventivas (pois o inseto \u00e9 vetor do enfezamento p\u00e1lido e vermelho, al\u00e9m do v\u00edrus da risca em milho);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A elimina\u00e7\u00e3o de plantas hospedeiras (como, por exemplo, daninhas e milho tiguera) na entressafra;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Evitar a semeadura tardia e consecutivas na mesma \u00e1rea de cultivo;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Realizar tratamento de sementes com inseticidas sist\u00eamicos para prote\u00e7\u00e3o de plantas nas fases iniciais de desenvolvimento.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Em resumo, o MIP \u00e9 uma ferramenta valiosa no controle de pragas na cultura do milho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, vale lembrar que, a base do MIP est\u00e1 na realiza\u00e7\u00e3o de um bom <strong>monitoramento das \u00e1reas de cultivo<\/strong> para ado\u00e7\u00e3o de diferentes m\u00e9todos de controle no momento exato, de melhor rela\u00e7\u00e3o entre custo e benef\u00edcio para a cultura, ambiente e economicamente vi\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m s\u00e3o indispens\u00e1veis para a efici\u00eancia do MIP, os conhecimentos sobre: a fenologia da cultura (est\u00e1dios fenol\u00f3gicos) e as condi\u00e7\u00f5es ideais \u00e0 cultura e \u00e0s pragas que incidem; bem como a compatibilidade de produtos utilizados no controle; e o ciclo biol\u00f3gico das pragas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda o que \u00e9 o Manejo Integrado de Pragas, quais os seus m\u00e9todos de controle e como realiz\u00e1-lo em lavouras de milho Bt. Diversas pragas podem ocorrer na cultura do milho, causando redu\u00e7\u00f5es significativas da produtividade e custos elevados de controle. 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